E se tivesse apenas 140 caracteres para falar
Vi no blog do Tas esse vÃdeo bem bacana e engraçado. É uma pequena história que se passa numa empresa, onde tudo que um cara fala tem somente 140 cartacteres.
Redes Sociais
Vi no blog do Tas esse vÃdeo bem bacana e engraçado. É uma pequena história que se passa numa empresa, onde tudo que um cara fala tem somente 140 cartacteres.
Descobri hoje o Shelfari, ferramenta de compartilhamento de livros. Ele serve pra você organizar os livros que já leu, os que pretende ler e ainda lhe dá a possibilidade de comprar as obras, graças a aquisição da plataforma pela Amazon, em agosto deste ano.
O mais legal, na minha opinião, é a interação entre os usuários, uma vez que você pode criar grupos de discussão e expor sua opinião sobre as obras, com crÃticas positivas e negativas. Além de funcionar como troca de informações, o Shelfari serve de aproximação entre os autores, principalmente os que estão começando, e seus leitores, até porque você pode inserir obras suas na plataforma.
Dica do Buzz Cultural
Fiquei sabendo hoje que o nosso blog teve seu acesso bloqueado na rede interna da Univates, universidade aqui da região. A ferramenta usada é o Websense, que filtra determinados conteúdos considerados inadequados para o acesso dos estudantes, professores e funcionários, com um grau diferente conforme o caso.
Sem entrar nos méritos de optar por uma ferramenta do tipo, afinal, cada instituição escolhe a melhor forma de gerenciar sua estrutura de rede, o que me chama a atenção é que, muito provavelmente, o site foi bloqueado justamente por ser um “blog”, já que o motivo apresentado pelo websense foi: a categoria “sites pessoais e rede social” será filtrada.
Fato: tem muita bobagem escrita em blogs. Outro fato: tem muita coisa interessante escrita em blogs. E isso não é uma novidade, porque quem escreve são as pessoas e, da mesma forma, existem pessoas muito interessantes e outras, nem tanto. Isso sem contar que o formato “blog” tem sido muito usado para construir sites, espaços para discussão e divulgação. Escritores independentes usam o blogspot.com como hospedagem porque é mais simples e gratuito. Autores e pensadores renomados possuem blogs para compartilhar suas idéias.
Enfim, em tempos de web 2.0, redes sociais e blogs corporativos (ah, sim, grandes empresas também têm blogs), será que não estava na hora de acreditar no discernimento do usuário sobre o que acessar? Ou, ao menos, filtrar por palavras-chave, ao invés de restringir o acesso a uma categoria tão ampla?
A gente torce para que o nosso blog seja liberado em breve, até porque não é um “site pessoal” e nós acreditamos que ele tem bastante coisa a acrescentar. E torcemos para que outros blogs não sejam bloqueados, como alguns dos exemplos abaixo (vou colocar alguns apenas, mas a lista pode crescer em futuros updates deste post):
- The Long Tail. Blog do Chris Anderson. Editor da revista Wired e autor do livro A Cauda Longa.
- Conector. Blog do Gustavo Mini. Gestor de Conexões da Agência Escala (que já palestrou na Univates).
- Comunica. Blog do curso de comunicação da Univates.
- Lambida Digital. Blog do curso de jornalismo da Univates.
- Conectores. Blog sobre comunicação em geral.
- Brainstorm9. Blog sobre propaganda, agências, marketing.
- Update Or Die. Blog sobre atualidades em geral.

Saiu na Zero Hora desta última terça-feira, e pode ser acessada aqui, uma matéria sobre as restrições que a Justiça Eleitoral está impondo à s campanhas eleitorais via internet. O que mais chama a atenção é a proibição de páginas de terceiros, como comunidades no Orkut, YouTube, blogs e etc. O que, convenhamos, é algo impossÃvel de controlar. A legislação prevê punições aos candidatos que podem chegar até R$ 53.205 conforme a infração. Em tempos de “social media”, parece que o Brasil continua no tempo das cavernas.
A própria matéria faz um paralelo com a atual campanha eleitoral americana e o fenômeno Obama nos meios virtuais. Por coincidência, conheci hoje, através do BlueBus, a Obama Girl, uma ação do site BarelyPolitical.com, que vive de criar ações de alto poder viral para gerar audiência.
“I got a crush on Obama” é o nome do vÃdeo e é impagável. Aqui em Pindorama, nosso amigo Barack ia ser multado.
Em agosto de 2007 iniciei uma série de artigos sobre portais corporativos, onde, dentre outras coisas, escrevi o seguinte:
A exposição de uma empresa na web não se dá apenas no ambiente controlável de seu portal, mas através até dos blogs pessoais e da presença no Orkut de seus funcionários. Afinal, uma empresa é o conjunto das ações e pensamentos de seus colaboradores e, assim como a Internet acabou com as barreiras geográficas, ela também reduziu o limite entre o pessoal e o coletivo, para o bem ou para o mal. Estamos em tempos de “transparência radical”! Por isso, ao se construir a presença da empresa na Web faz muito mais sentido mostrar tudo do que tentar esconder alguma coisa – no limite, porque cada vez mais é difÃcil esconder qualquer coisa, mas também porque as empresas estão percebendo que seu diferencial competitivo não está em seus segredos, mas em sua capacidade de inovação e renovação.
É interessante, e muito triste, ouvir que, cada vez mais, empresas e instituições bloqueiam acessos de seus funcionários a redes sociais como o Orkut, comunicadores instantâneos como o MSN, vÃdeos do Youtube e mesmo sistemas de busca na web. As desculpas são as mais variadas, desde a otimização da ocupação da rede até a preocupação com a produtividade dos funcionários. Sempre imagino porque uma empresa contrata ou mantém um funcionário que não é produtivo e, se ele não é mesmo produtivo, se é o corte de seu acesso a determinados meios de comunicação pode resolver o problema de sua produtividade. Quem não quer trabalhar sempre dará um jeito de não o fazer. Já aqueles que querem trabalhar, produzir, contribuir para o futuro da empresa, o melhor é que possam ter a seu alcance qualquer coisa que incentive a sua criatividade e comunicação com o mundo.
Ainda bem que já começa a acontecer um movimento de “contra-censura”, a favor do bom senso e da confiança que deve, desde sempre, ser a base da relação entre as empresas e seus colaboradores. Em seu blog WebInkNow, David Meerman Scott aponta que 25% das empresas bloqueiam, de alguma forma, o acesso de seus funcionários à internet, lembrando também do tempo em que apenas alguns “escolhidos” podiam ter acesso ao correio eletrônico. Caso você trabalhe para uma empresa deste tipo, David sugere que você recomende a eles algumas leituras, inclusive a de seu próprio livro “The New Rules of Marketing and PR: How to Use News Releases, Blogs, Podcasting, Viral Marketing and Online Media to Reach Buyers Directly”. Caso sua empresa insista em bloqueios, o melhor a fazer é mudar de emprego.
A rádio corredor (também chamada rádio peão, cafezinho ou banheiro) sempre existirá. É na comunicação informal entre colegas de trabalho, pessoas com interesses similares e amigos que podem surgir idéias novas e estimulantes. Sábias as empresas que sabem valer-se desse tipo de espaço. Parabéns para a IBM, que usou sua própria estrutura de publicação web para colocar suas sugestões de melhores práticas no uso de blogs, wikis e redes sociais.
Artigo produzido para o Dicas-L