Redes Sociais

Revista social

por Rodrigo Brod em 12 de agosto de 2010. Nenhum comentário

Nos primórdios do Twitter, quando me perguntavam pra que servia o negócio, eu dizia que um dos usos mais legais da ferramenta era poder montar uma espécie de clipping de notícias e informações, seguindo amigos, personalidades e canais de notícias interessantes. Obviamente que eu não sou o único e pensar desta forma e, inclusive, teve gente que levou bastante a sério a ideia.

O Flipboard é um aplicativo para iPad que transforma as suas redes sociais em uma revista, diagramada e bacanuda. Você cadastra seu usuário do Twitter e do Facebook e passa a “ler” uma revista composta por informações compartilhadas pelos seus amigos e perfis que você segue nas redes sociais.

Por enquanto só tem pra iPad, mas imagino que logo devem surgir versões pra celular e outros dispositivos. Ah, o aplicativo é gratuito… só o Ipad que não. A não ser que você tenha ganho em uma promoção por aí :)

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Mais em flipboard.com
Dica do @rafadalmoro

Internet e mídias digitais

por Rodrigo Brod em 23 de julho de 2010. Nenhum comentário

Neste ano a Dobro tem ampliado o número de trabalhos direcionados para internet e mídias digitais. Internalizamos parte da tecnologia necessária para o desenvolvimento dos projetos e estamos direcionando nossos esforços para a integração com redes sociais e produção de conteúdo para web.

O trabalho mais recente foi desenvolvido para o escritório de advocacia Arruda, Arenhart e Fiorini, que está com um novo site no ar a partir deste mês. Mas resolvemos aproveitar o post para divulgar outros dois trabalhos, não tão recentes, mas que ainda não haviam sido divulgados aqui no blog.

Site Arruda, Arenhart e Fiorini

Site Arruda, Arenhart e Fiorini.
Design e desenvolvimento via Wordpress.
Clique para acessar.

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Site Eduarda Maioli

Site Eduarda Maioli.
Design, desenvolvimento via Wordpress e produção de conteúdo para blog/notícias.
Clique para acessar.

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Banner Teaser interativo para a divulgação do Mazup, parte da campanha desenvolvida pela Dobro.
Clique no banner para interagir.

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Além destes há outros trabalhos “no forno” que em breve estarão no ar. Aguarde e confie :)

Cyber ou retrô

por Meire Brod em 30 de abril de 2010. Nenhum comentário

Ou eu entendo o mundo, ou fico feito gato atravessando a estrada: quando vê luz, trava. Porém, o risco de mudar é enorme. Mas ainda acho que vale a pena.

Participei ontem do 12º Encontro Locaweb para Profissionais de Internet e várias números ficaram ecoando na minha cabeça (80% das empresas no Brasil ainda não têm domínio), além de declarações bombásticas de alguns palestrantes. Gil Giardelli matou a pau e eu, que já seguia o cara no twitter e acompanhava seu trabalho no blog, fiquei impressionada com a quantidade de informação que ele disponibilizou em curto espaço de tempo. Pudera, o Gil tem uma rede formada com mais de 350 aulos do curso de Ações Inovadoras em Comunicação Digital na ESPM que funciona como espécie de radar disseminador de informações/novidades. Não é à toa que ele disse que a rede social é a ciência da reputação.

Fazendo um apanhado do que falou o Luli Radfahrer, outro fera, listarei algumas das 18 tendências que achei mais interessantes e que surgiram de 2009 para 2010.

Tracking
O que conta agora é saber onde as coisas estão e com instantaneidade. Que o digam twitter em celular, google latitude, entre outras.

Autismo coletivo
um monte de gente junto, mas não necessariamente próximas. Essas pessoas estão conectadas com o mundo, mas vivendo cada uma sua própria realidade.

Nomadismo
O mundo tá achatado e o trabalho cada vez mais remoto. Os processos são equivalentes, as cidades parecidas e genéricas. O que importa é onde você está e não onde você mora.

Integração
Dados e interfaces modulares, abertas e intercambiáveis. A partir do momento que o twitter geolocaliza alguém, por exemplo, a integração é efetivada. O próximo passo é integrar e digitalizar negócios, experiências e cidades inteiras. Alguém duvida que SimCity não será realidade?

Ambiente
Metaverso não é fuga, simplesmente tende a ser a nova rede social. O fascínio está em poder dar um control + z caso algo dê errado.

Pirataria
Todo mundo aprende copiando, por isso, até certo ponto, é importante. Na China eles copiam furiosamente algo e depois desenvolvem melhor.

Pornografia
É a ponta de lança para qualquer indústria. De fetiche a otaku, várias empresas crescem por causa da pornografia.

Colaboração
Seria até desnecessário comentar como tendência, mas é inconcebível deixar de mencionar a colaboração em tempos de redes sociais.

Design
Cada vez mais, o tempo é curto. A melhor forma de transmitir uma mensagem (e fixá-la) é através de uma boa imagem. Criatividade não deve ser exceção. Deve ser a regra.

História
É a forma com a qual as pessoas irão assimilar o conteúdo, porque a história é mais importante do que a tecnologia em si. A história é como eu catalogo as coisas mentalmente.

Valor
Essa é bem direta. Se não gerar valor, simplesmente não gera conexão alguma.

Os números apontados durante o encontro, também são emblemáticos e me fizeram parar para pensar. A tal da história do gato no começo do post. Mas vamos lá:

2/3 do mundo não usa caracteres romanos. Então, globalização propriamente dita é uma piada. Trata-se de uma globalização apenas do mundo ocidental. E ponto.
Existem quase 2 bilhões de pessoas online
4,6 bilhões de celulares
4 bilhões de fotos no Flickr, sendo que sobem, diariamente, 9 milhões de imagens
O Facebook tem mais de 350 milhões de usuários
Skype conta com 450 milhões de pessoas
E o Bit Torrent já tem mais de 100 milhões de usuários

Enfim, se é que podemos concluir algo, eu diria que não há mais sentido separar o mundo físico do mundo virtual. Não só cyber, não só retrô.

Oi, você é novo no twitter?

por Rodrigo Brod em 19 de março de 2010. 1 comentário
fail

Faz um tempinho já, o nosso amigo Diego Remus tuitou um link do site Social Media Today, com o título 10 Newbie Twitter Mistakes Made By Businesses. No bom português, seriam os 10 principais erros cometidos pelas empresas novatas no twitter. Eu resolvi fazer uma tradução livre dos tópicos, com breves comentários, como uma espécie de serviço de utilidade pública. Mas, vale ler o artigo completo que é bem interessante.

Claro, todo “novato” erra e só assim aprende. Aliás, na boa, é difícil não ser novato dentro da enxurrada de ferramentas, sistemas e redes sociais que temos à nossa volta. Mas, como tenho acompanhado alguns twitters de empresas – inclusive alguns concorrentes -, acho que é válido ler e avaliar sua práticas para saber se você está mais pra passarinho azul ou pra fail whale.

1 Fazer pouco ou nada
Não deixe seu twitter às moscas. Se não tem como atualizar, nem crie a conta.
2 Ser um “desperate follower”
É bacana seguir as pessoas. Mas siga o que for relevante, não o mundo inteiro.
3 Tuitar muito
Pense que as pessoas podem não se interessar tanto quanto você pela sua empresa.
4 Ser muito auto-promocional
Para fazer propaganda, existem canais melhores. Mostre que sua marca tem mais a dizer.
5 Não se conectar
A vantagem do twitter é a relação com as pessoas. Não faça dele um monólogo. Responda, comente, interaja.
6 Não ajudar os outros
Você ganha pontos compartilhando informações, links, dicas. Ser legal sempre é bom.
7 Misturar negócios e assuntos pessoais
A não ser que a sua empresa seja super descolada, vá com calma. Há coisas que as pessoas não precisam saber.
8 Usar um avatar impessoal
Use uma imagem que represente sua empresa, mas não precisa ser necessariamente o seu logo.
9 Desperdiçar o background
Personalize o fundo da página com imagens e informações, aproveite o espaço.
10 Não verificar com frequência
O twitter é diário, momentâneo, efêmero. Se você não olha sempre, perde informação e oportunidades.

No twitter da @dobrocom nosso avatar é o logo, nós não usamos tão bem assim o fundo e, algumas vezes, pecamos em ser muito auto-promocionais. Mas como bons “newbies”, vamos aprendendo e ajudando os outros.

Porque ser legal sempre é bom. :)

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Fonte: Social Media Today : 10 Newbie Twitter Mistakes Made By Businesses
Agradecimento especial ao Diego Remus por ter compartilhado o link com seus “followers”.

Mais do mesmo – Redes Sociais

por César Krunitzky em 2 de fevereiro de 2010. Nenhum comentário

Quem acompanha nosso blog já sabe que não é novidade o poder das redes sociais na vida das pessoas, principalmente com os jovens, porém este vídeo trás dados atualizados e de uma maneira bacana. Vale a pena olhar.

Fonte: Agênciaclick

Cidade Democrática – Yes We Can!

por César Krunitzky em 9 de novembro de 2009. 1 comentário

Há tempos escuto pessoas mais velhas falarem que os jovens de hoje já não tem a mesma vontade de mudar o mundo que os do passado. Dizem que hoje não fazemos mais protestos, não levantamos mais bandeiras e que não estamos em passeatas. Acho uma grande bobagem pois, fazemos protestos, reclamamos, levantamos bandeiras, porém por meios diferentes, de acordo com o século em que vivemos. Os tempos são outros e as formas e meios também.

Vi no blog da Super Interessante um post muito interessante :) de um sistema criado para resolver os problemas da sua cidade. Neste sistema você aponta o problema, e alguém que sabe a solução, sugere para ser implementado.

A ideia é do Rodrigo Bandeira, diretor do Instituto Seva que criou o portal Cidade Democrática, que usa a web 2.0, ou seja, internet colaborativa, onde é possível que qualquer cidadão aponte um problema, desde um buraco na rua até um grande descaso da prefeitura. Assim, ONGs, candidatos a cargos púbicos conseguem monitorar a insatisfação da sociedade e propor uma solução.

O vídeo abaixo mostra melhor o sistema criado, que por sinal poderá se tornar uma grande ferramenta política.

A arroba mudou de lugar

por Rodrigo Brod em 8 de novembro de 2009. 3 comentários

Meu primeiro endereço de e-mail, quando eu ainda morava em São Paulo, foi rodrigo@lajeado.com. Na época, era um domínio administrado pelo meu irmão, quando ele ainda era sócio da B&W, um dos primeiros provedores aqui da região. Apesar de ter ficado feliz em não ser rodrigo@antagorda.com (hê), o que vinha depois da arroba não me dizia muita coisa na época.

Acabei mudando de e-mail várias vezes depois, @uol, @sol, @terra e por aí vai. Quando o meu irmão resolveu registrar o domínio brod.com.br para a empresa dele, ganhei um @brod e fiquei feliz. Hoje uso mais o e-mail da agência e o Gmail, por causa da integração dos serviços do Google, mas o e-mail personalizado com o meu sobrenome ainda existe.

Enfim, toda essa ladainha serve pra dizer que até agora, querendo ou não, todo mundo que está conectado à internet e tem um e-mail, sempre teve uma arroba na frente, relacionando essa pessoa a um provedor, uma empresa ou um serviço de e-mail gratuito.

eu@algumacoisa.com

O sinal “@” em inglês quer dizer “at”, que em português se traduz como “em”, “na” ou “no”. Logo, conforme consta lá na Wikipedia, “os endereços de correio eletrônico significam, por exemplo:

  • fulano.de.tal@google.com — usuário fulano.de.tal no domínio google.com
  • beltrano@wikipedia.com — usuário beltrano no domínio wikipedia.com”

Em resumo. Nos e-mails nós sempre nos obrigamos a estar em algum lugar, seja físico ou virtual.

Pois bem. Hoje tem gente que usa mais os serviços das redes sociais do que o próprio e-mail. Então, tem ficado mais fácil de encontrar pessoas e se comunicar procurando apenas pelo nome dos viventes. Você entre no Orkut, Facebook, LinkedIn, digita lá o nome e, eventualmente, acha o fulano.

Agora o motivo deste post é mais específico e, acho eu, representa uma certa mudança de paradigma. Se você conhece o Twitter, deve ter notado que as pessoas, além do seu endereço twitter.com/seunome, também se identificam como @seunome. No Twitter, a arroba representa um reply, a forma que o microblog utiliza para que as pessoas respondam umas às outras. Mas, convencionou-se que o @seunome é uma abreviatura que representa a presença da pessoa no site.

@eu

E essa característica tem tudo a ver com o próprio espírito do Twitter, que permite que as pessoas se expressem de forma pessoal, sem censuras e em tempo real. A história dos 140 caracteres é um mero fetiche dentro da coisa toda, porque o mais interessante é a possibilidade dessa expressão verdadeiramente pessoal.

Claro. O Twitter representa a ponta do iceberg de uma série de mudanças, a tal da web2.0 e a Cauda Longa, que trouxeram os indivíduos para a linha de frente. Mas, convenhamos que a promoção do nome para depois da arroba tem um enorme peso simbólico dentro de toda essa história.

A arroba mudou de lugar.

Maximídia RS

por Rodrigo Brod em 13 de outubro de 2009. 1 comentário

Post atrasado, mas vamos lá, já que temos a desculpa do feriado.

Nos últimos dias 6, 7 e 8 de outubro participamos do Maximídia Sat RS, em Porto Alegre. Fomos eu e a Meire aqui da Dobro, além dos colegas Leo e Darlene, da Divina, e a amiga Elizete Kreutz, professora da Univates.

Além da grande presença lajeadense :), já mencionada pela Darlene no blog da Divina, o evento foi uma oportunidade de acompanhar as discussões sobre mídia, novas mídias, redes sociais e inovação sob os pontos de vista de São Paulo, de onde acompanhamos as palestras via satélite, e Porto Alegre, onde contamos com debates locais sobre os temas.

A diversão foi garantida pelas intervenções locais do Dado Schneider, que participou como debatedor oficial em um dos painéis, mas debateu em todos os outros também. E, como se não bastasse, fez bico de fotógrafo e registrou nossa presença no evento (reparem o dedo na frente da lente, representando o formato capilar do fotógrafo).

Rodrigo, Meire, Darlene, Leo, Elizete e Dado no primeiro plano

Rodrigo, Meire, Darlene, Leo, Elizete e Dado no primeiro plano

No geral, a impressão final sobre os debates é de que, mais do que nunca, estamos longe de chegar a alguma conclusão sobre o formato do nosso mercado. Das lamúrias sobre remuneração feitas pelo Maxi Anselmo, da elogiada hotshop argentina Santo, ao otimismo contagiante de Stephen Kanitz, sobre um Brasil que tem tudo pra se tornar a “Curitiba do mundo”, tivemos a DM9 de Sérgio Valente em defesa do modelo brasileiro de publicidade (e de um certo status quo, talvez), o Duda Melzer fazendo bonito em SP, falando de regionalização com os cases do GrupoRBS, além de tendências e previsões já previstas anteriormente, apresentadas pelo Francesco Morace, do Future Concept Lab.

Enfim. Muito do novo já é velho. E isso só tende a piorar. Ou melhorar, se você aprecia um ponto de vista mais inquieto, como a gente aqui.

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Em tempo. Agradecimentos ao @leocamargo pelas fotos e pela cobertura em tempo real do evento. Valeu!

E se tivesse apenas 140 caracteres para falar

por César Krunitzky em 27 de setembro de 2009. Nenhum comentário

Vi no blog do Tas esse vídeo bem bacana e engraçado. É uma pequena história que se passa numa empresa, onde tudo que um cara fala tem somente 140 cartacteres.

Rede Social de Livros

por Xera em 22 de dezembro de 2008. 1 comentário

Descobri hoje o Shelfari, ferramenta de compartilhamento de livros. Ele serve pra você organizar os livros que já leu, os que pretende ler e ainda lhe dá a possibilidade de comprar as obras, graças a aquisição da plataforma pela Amazon, em agosto deste ano.

O mais legal, na minha opinião, é a interação entre os usuários, uma vez que você pode criar grupos de discussão e expor sua opinião sobre as obras, com críticas positivas e negativas. Além de funcionar como troca de informações, o Shelfari serve de aproximação entre os autores, principalmente os que estão começando, e seus leitores, até porque você pode inserir obras suas na plataforma.

Dica do Buzz Cultural

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Dobro Comunicação Exponencial

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