Redes Sociais

Mais do mesmo – Redes Sociais

por César Krunitzky em 2 de fevereiro de 2010. Nenhum comentário

Quem acompanha nosso blog já sabe que não é novidade o poder das redes sociais na vida das pessoas, principalmente com os jovens, porém este vídeo trás dados atualizados e de uma maneira bacana. Vale a pena olhar.

Fonte: Agênciaclick

Cidade Democrática – Yes We Can!

por César Krunitzky em 9 de novembro de 2009. 1 comentário

Há tempos escuto pessoas mais velhas falarem que os jovens de hoje já não tem a mesma vontade de mudar o mundo que os do passado. Dizem que hoje não fazemos mais protestos, não levantamos mais bandeiras e que não estamos em passeatas. Acho uma grande bobagem pois, fazemos protestos, reclamamos, levantamos bandeiras, porém por meios diferentes, de acordo com o século em que vivemos. Os tempos são outros e as formas e meios também.

Vi no blog da Super Interessante um post muito interessante :) de um sistema criado para resolver os problemas da sua cidade. Neste sistema você aponta o problema, e alguém que sabe a solução, sugere para ser implementado.

A ideia é do Rodrigo Bandeira, diretor do Instituto Seva que criou o portal Cidade Democrática, que usa a web 2.0, ou seja, internet colaborativa, onde é possível que qualquer cidadão aponte um problema, desde um buraco na rua até um grande descaso da prefeitura. Assim, ONGs, candidatos a cargos púbicos conseguem monitorar a insatisfação da sociedade e propor uma solução.

O vídeo abaixo mostra melhor o sistema criado, que por sinal poderá se tornar uma grande ferramenta política.

A arroba mudou de lugar

por Rodrigo Brod em 8 de novembro de 2009. 3 comentários

Meu primeiro endereço de e-mail, quando eu ainda morava em São Paulo, foi rodrigo@lajeado.com. Na época, era um domínio administrado pelo meu irmão, quando ele ainda era sócio da B&W, um dos primeiros provedores aqui da região. Apesar de ter ficado feliz em não ser rodrigo@antagorda.com (hê), o que vinha depois da arroba não me dizia muita coisa na época.

Acabei mudando de e-mail várias vezes depois, @uol, @sol, @terra e por aí vai. Quando o meu irmão resolveu registrar o domínio brod.com.br para a empresa dele, ganhei um @brod e fiquei feliz. Hoje uso mais o e-mail da agência e o Gmail, por causa da integração dos serviços do Google, mas o e-mail personalizado com o meu sobrenome ainda existe.

Enfim, toda essa ladainha serve pra dizer que até agora, querendo ou não, todo mundo que está conectado à internet e tem um e-mail, sempre teve uma arroba na frente, relacionando essa pessoa a um provedor, uma empresa ou um serviço de e-mail gratuito.

eu@algumacoisa.com

O sinal “@” em inglês quer dizer “at”, que em português se traduz como “em”, “na” ou “no”. Logo, conforme consta lá na Wikipedia, “os endereços de correio eletrônico significam, por exemplo:

  • fulano.de.tal@google.com — usuário fulano.de.tal no domínio google.com
  • beltrano@wikipedia.com — usuário beltrano no domínio wikipedia.com”

Em resumo. Nos e-mails nós sempre nos obrigamos a estar em algum lugar, seja físico ou virtual.

Pois bem. Hoje tem gente que usa mais os serviços das redes sociais do que o próprio e-mail. Então, tem ficado mais fácil de encontrar pessoas e se comunicar procurando apenas pelo nome dos viventes. Você entre no Orkut, Facebook, LinkedIn, digita lá o nome e, eventualmente, acha o fulano.

Agora o motivo deste post é mais específico e, acho eu, representa uma certa mudança de paradigma. Se você conhece o Twitter, deve ter notado que as pessoas, além do seu endereço twitter.com/seunome, também se identificam como @seunome. No Twitter, a arroba representa um reply, a forma que o microblog utiliza para que as pessoas respondam umas às outras. Mas, convencionou-se que o @seunome é uma abreviatura que representa a presença da pessoa no site.

@eu

E essa característica tem tudo a ver com o próprio espírito do Twitter, que permite que as pessoas se expressem de forma pessoal, sem censuras e em tempo real. A história dos 140 caracteres é um mero fetiche dentro da coisa toda, porque o mais interessante é a possibilidade dessa expressão verdadeiramente pessoal.

Claro. O Twitter representa a ponta do iceberg de uma série de mudanças, a tal da web2.0 e a Cauda Longa, que trouxeram os indivíduos para a linha de frente. Mas, convenhamos que a promoção do nome para depois da arroba tem um enorme peso simbólico dentro de toda essa história.

A arroba mudou de lugar.

Maximídia RS

por Rodrigo Brod em 13 de outubro de 2009. 1 comentário

Post atrasado, mas vamos lá, já que temos a desculpa do feriado.

Nos últimos dias 6, 7 e 8 de outubro participamos do Maximídia Sat RS, em Porto Alegre. Fomos eu e a Meire aqui da Dobro, além dos colegas Leo e Darlene, da Divina, e a amiga Elizete Kreutz, professora da Univates.

Além da grande presença lajeadense :) , já mencionada pela Darlene no blog da Divina, o evento foi uma oportunidade de acompanhar as discussões sobre mídia, novas mídias, redes sociais e inovação sob os pontos de vista de São Paulo, de onde acompanhamos as palestras via satélite, e Porto Alegre, onde contamos com debates locais sobre os temas.

A diversão foi garantida pelas intervenções locais do Dado Schneider, que participou como debatedor oficial em um dos painéis, mas debateu em todos os outros também. E, como se não bastasse, fez bico de fotógrafo e registrou nossa presença no evento (reparem o dedo na frente da lente, representando o formato capilar do fotógrafo).

Rodrigo, Meire, Darlene, Leo, Elizete e Dado no primeiro plano

Rodrigo, Meire, Darlene, Leo, Elizete e Dado no primeiro plano

No geral, a impressão final sobre os debates é de que, mais do que nunca, estamos longe de chegar a alguma conclusão sobre o formato do nosso mercado. Das lamúrias sobre remuneração feitas pelo Maxi Anselmo, da elogiada hotshop argentina Santo, ao otimismo contagiante de Stephen Kanitz, sobre um Brasil que tem tudo pra se tornar a “Curitiba do mundo”, tivemos a DM9 de Sérgio Valente em defesa do modelo brasileiro de publicidade (e de um certo status quo, talvez), o Duda Melzer fazendo bonito em SP, falando de regionalização com os cases do GrupoRBS, além de tendências e previsões já previstas anteriormente, apresentadas pelo Francesco Morace, do Future Concept Lab.

Enfim. Muito do novo já é velho. E isso só tende a piorar. Ou melhorar, se você aprecia um ponto de vista mais inquieto, como a gente aqui.

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Em tempo. Agradecimentos ao @leocamargo pelas fotos e pela cobertura em tempo real do evento. Valeu!

E se tivesse apenas 140 caracteres para falar

por César Krunitzky em 27 de setembro de 2009. Nenhum comentário

Vi no blog do Tas esse vídeo bem bacana e engraçado. É uma pequena história que se passa numa empresa, onde tudo que um cara fala tem somente 140 cartacteres.

Rede Social de Livros

por Xera em 22 de dezembro de 2008. 1 comentário

Descobri hoje o Shelfari, ferramenta de compartilhamento de livros. Ele serve pra você organizar os livros que já leu, os que pretende ler e ainda lhe dá a possibilidade de comprar as obras, graças a aquisição da plataforma pela Amazon, em agosto deste ano.

O mais legal, na minha opinião, é a interação entre os usuários, uma vez que você pode criar grupos de discussão e expor sua opinião sobre as obras, com críticas positivas e negativas. Além de funcionar como troca de informações, o Shelfari serve de aproximação entre os autores, principalmente os que estão começando, e seus leitores, até porque você pode inserir obras suas na plataforma.

Dica do Buzz Cultural

Liberem o blog da Dobro!

por Rodrigo Brod em 16 de outubro de 2008. Nenhum comentário

Fiquei sabendo hoje que o nosso blog teve seu acesso bloqueado na rede interna da Univates, universidade aqui da região. A ferramenta usada é o Websense, que filtra determinados conteúdos considerados inadequados para o acesso dos estudantes, professores e funcionários, com um grau diferente conforme o caso.

Sem entrar nos méritos de optar por uma ferramenta do tipo, afinal, cada instituição escolhe a melhor forma de gerenciar sua estrutura de rede, o que me chama a atenção é que, muito provavelmente, o site foi bloqueado justamente por ser um “blog”, já que o motivo apresentado pelo websense foi: a categoria “sites pessoais e rede social” será filtrada.

Fato: tem muita bobagem escrita em blogs. Outro fato: tem muita coisa interessante escrita em blogs. E isso não é uma novidade, porque quem escreve são as pessoas e, da mesma forma, existem pessoas muito interessantes e outras, nem tanto. Isso sem contar que o formato “blog” tem sido muito usado para construir sites, espaços para discussão e divulgação. Escritores independentes usam o blogspot.com como hospedagem porque é mais simples e gratuito. Autores e pensadores renomados possuem blogs para compartilhar suas idéias.

Enfim, em tempos de web 2.0, redes sociais e blogs corporativos (ah, sim, grandes empresas também têm blogs), será que não estava na hora de acreditar no discernimento do usuário sobre o que acessar? Ou, ao menos, filtrar por palavras-chave, ao invés de restringir o acesso a uma categoria tão ampla?

A gente torce para que o nosso blog seja liberado em breve, até porque não é um “site pessoal” e nós acreditamos que ele tem bastante coisa a acrescentar. E torcemos para que outros blogs não sejam bloqueados, como alguns dos exemplos abaixo (vou colocar alguns apenas, mas a lista pode crescer em futuros updates deste post):

- The Long Tail. Blog do Chris Anderson. Editor da revista Wired e autor do livro A Cauda Longa.
- Conector. Blog do Gustavo Mini. Gestor de Conexões da Agência Escala (que já palestrou na Univates).
- Comunica. Blog do curso de comunicação da Univates.
- Lambida Digital. Blog do curso de jornalismo da Univates.
- Conectores. Blog sobre comunicação em geral.
- Brainstorm9. Blog sobre propaganda, agências, marketing.
- Update Or Die. Blog sobre atualidades em geral.

websense
Filtrados pelo websense!

(mais…)

I got a crush on Obama

por Rodrigo Brod em 23 de julho de 2008. 2 comentários

Saiu na Zero Hora desta última terça-feira, e pode ser acessada aqui, uma matéria sobre as restrições que a Justiça Eleitoral está impondo às campanhas eleitorais via internet. O que mais chama a atenção é a proibição de páginas de terceiros, como comunidades no Orkut, YouTube, blogs e etc. O que, convenhamos, é algo impossível de controlar. A legislação prevê punições aos candidatos que podem chegar até R$ 53.205 conforme a infração. Em tempos de “social media”, parece que o Brasil continua no tempo das cavernas.

A própria matéria faz um paralelo com a atual campanha eleitoral americana e o fenômeno Obama nos meios virtuais. Por coincidência, conheci hoje, através do BlueBus, a Obama Girl, uma ação do site BarelyPolitical.com, que vive de criar ações de alto poder viral para gerar audiência.

“I got a crush on Obama” é o nome do vídeo e é impagável. Aqui em Pindorama, nosso amigo Barack ia ser multado.

Fontes: clicRBS e BlueBus

A nova rádio corredor

por Cesar Brod em 18 de julho de 2008. Nenhum comentário

Em agosto de 2007 iniciei uma série de artigos sobre portais corporativos, onde, dentre outras coisas, escrevi o seguinte:

A exposição de uma empresa na web não se dá apenas no ambiente controlável de seu portal, mas através até dos blogs pessoais e da presença no Orkut de seus funcionários. Afinal, uma empresa é o conjunto das ações e pensamentos de seus colaboradores e, assim como a Internet acabou com as barreiras geográficas, ela também reduziu o limite entre o pessoal e o coletivo, para o bem ou para o mal. Estamos em tempos de “transparência radical”! Por isso, ao se construir a presença da empresa na Web faz muito mais sentido mostrar tudo do que tentar esconder alguma coisa – no limite, porque cada vez mais é difícil esconder qualquer coisa, mas também porque as empresas estão percebendo que seu diferencial competitivo não está em seus segredos, mas em sua capacidade de inovação e renovação.

É interessante, e muito triste, ouvir que, cada vez mais, empresas e instituições bloqueiam acessos de seus funcionários a redes sociais como o Orkut, comunicadores instantâneos como o MSN, vídeos do Youtube e mesmo sistemas de busca na web. As desculpas são as mais variadas, desde a otimização da ocupação da rede até a preocupação com a produtividade dos funcionários. Sempre imagino porque uma empresa contrata ou mantém um funcionário que não é produtivo e, se ele não é mesmo produtivo, se é o corte de seu acesso a determinados meios de comunicação pode resolver o problema de sua produtividade. Quem não quer trabalhar sempre dará um jeito de não o fazer. Já aqueles que querem trabalhar, produzir, contribuir para o futuro da empresa, o melhor é que possam ter a seu alcance qualquer coisa que incentive a sua criatividade e comunicação com o mundo.

Ainda bem que já começa a acontecer um movimento de “contra-censura”, a favor do bom senso e da confiança que deve, desde sempre, ser a base da relação entre as empresas e seus colaboradores. Em seu blog WebInkNow, David Meerman Scott aponta que 25% das empresas bloqueiam, de alguma forma, o acesso de seus funcionários à internet, lembrando também do tempo em que apenas alguns “escolhidos” podiam ter acesso ao correio eletrônico. Caso você trabalhe para uma empresa deste tipo, David sugere que você recomende a eles algumas leituras, inclusive a de seu próprio livro “The New Rules of Marketing and PR: How to Use News Releases, Blogs, Podcasting, Viral Marketing and Online Media to Reach Buyers Directly”. Caso sua empresa insista em bloqueios, o melhor a fazer é mudar de emprego.

A rádio corredor (também chamada rádio peão, cafezinho ou banheiro) sempre existirá. É na comunicação informal entre colegas de trabalho, pessoas com interesses similares e amigos que podem surgir idéias novas e estimulantes. Sábias as empresas que sabem valer-se desse tipo de espaço. Parabéns para a IBM, que usou sua própria estrutura de publicação web para colocar suas sugestões de melhores práticas no uso de blogs, wikis e redes sociais.

Artigo produzido para o Dicas-L

Dobro Comunicação Exponencial

Comunicação Exponencial é um coletivo de ideias feito pelo pessoal da agência Dobro e um grupo seleto de convidados, amigos e parceiros.

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