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O peso da camisa

por Rodrigo Brod em 7 de julho de 2010. Nenhum comentário

Olhaí porque o Brasil perdeu a Copa… jabulani :). Ação das lojas Centauro. Criação da Salles Chemisti, shortlist em Media Lions este ano, em Cannes.

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Em tempo: pra não dizer que não falamos de Copa e de Cannes, um post “combo”. Via updateordie.

Porco, galinha, vaca

por Rodrigo Brod em 23 de junho de 2010. Nenhum comentário

Porcogalinhavaca.tumblr.com é um ótimo tumblr dedicado a um tema muito recorrente em campanhas publicitárias: anúncios com o “trio” porco, galinha e vaca. Aliás, não tinha me dado conta de que o tema era tão recorrente assim.

porco

galinha

vaca

Aqui na Dobro, infelizmente, não temos nenhuma campanha com o tema para contribuir :)

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Fonte: porcogalinhavaca.tumblr.com

Como será a agência de publicidade em 2015?

por Rodrigo Brod em 5 de abril de 2010. 3 comentários
latinha

Me chamou a atenção um artigo da Advertising Age, publicado na Meio&Mensagem, sobre o futuro das agências de publicidade. O texto original, escrito por Al DiGuido, CEO da Zeta Interactive, você pode (e deve) ler aqui. Mas, vou resumir abaixo parte das três apostas que DiGuido apresenta para o futuro das agências em 2015:

Agências enxutas, com novos cargos: A aposta é de um futuro com fees menores e estruturas de, no máximo, 100 pessoas, possibilitando mais agilidade e flexibilidade. Os cargos também mudam… sai de cena o diretor de criação e aparece o “expert em convergência”. Nesse bolo deve entrar também o “integrated creative“, sobre o qual falei aqui em um post anterior.

Análise no lugar da sala de troféus: Resultados em festivais perdem a importância para os resultados sobre os investimentos dos clientes, o famoso ROI. As agências que melhor controlarem os dados e souberem como analisá-los, comandarão o mercado.

Tecnologia não será terceirizada: Quem for o dono da tecnologia – ao invés de alugar quando necessário – terá mais chances de ampliar suas receitas, porque não irá diluir com fornecedores suas margens de lucro. E isso vai desde tecnologia de e-mails até redes sociais. A tecnologia desenvolvida dentro da agência também passa a ser um diferencial.

Mostrei o texto aqui na agência para o César, um dos meus sócios na Dobro e ele comentou ter a impressão de estarmos “há 8 anos em 2015″. Não sei se é pra tanto, porque infelizmente ainda não temos as ferramentas necessárias para medir ROI de uma forma estruturada. Mas, ao escrever esse post me parei pensando “qual é o cargo do César mesmo?” Aliás, nem sei ao certo qual é o meu. Apesar de dirigirmos, respectivamente, mídia e criação, já faz algum tempo que optamos em não colocar cargos em nossos cartões de visita. Também nunca tivemos cargos totalmente especializados… pode parecer estranho, mas na Dobro nunca existiu uma dupla de criação no modelo redator + diretor de arte.

Hoje também internalizamos 98% da nossa tecnologia para web, além de outras “tecnologias”, como o tratamento de imagens, que os concorrentes costumam terceirizar. No nosso caso, muitas dessas características são fruto de necessidades por ter uma estrutura enxuta e fees menores. Mas, como nosso amigo DiGuido aposta, essas também são tendências.

Sinceramente, apesar do sentimento que o César apresentou ao ler o texto, não sinto que já estamos em 2015. Mas acredito muito que caminho certo já foi tomado, há 8 anos.

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Fonte (link para o artigo original): MMOnline

Tecnologia por inteiro

por Rodrigo Brod em 8 de março de 2010. 1 comentário

Comercial institucional para a Olicenter Informática, trabalhando o conceito de “tecnologia por inteiro” que a marca já introduziu em outras ações de mídia impressa e dirigida. Criação da Dobro, com produção da i9 Vídeo Design.

Além deste, foi produzido também outro vídeo com mais destaque aos produtos, que você pode conferir em nosso canal no Vimeo.

Tessália

por Rodrigo Brod em 12 de fevereiro de 2010. 3 comentários
Tessália

Sim. Eu assisto BBB. E costumo acompanhar a novela que começa nas férias. Pra quem trabalha com comunicação, é importante pacas.

Mas, nessa edição do programa eu acompanhei particularmente a ascensão e queda da @twittess. Não seguia e não sigo ela no twitter, mas acompanhei replies de pessoas que a seguem, principalmente no período anterior ao programa e, como estou imerso nesse ambiente da web, logo pensei que a popularidade na internet faria dela uma participante com altas chances de ganhar o milhão e meio oferecido pelo programa.

No entanto, o BBB tem uma audiência muito maior e mais diversa que a internet e isso ficou claro no paredão que eliminou a moça. Pouco depois do Pedro Bial informar o número de votações e pouco antes de anunciar quem sairia da casa, foi possível ouvir a Tessália comentar com o namorado que o grande número de votos deveria ser devido “ao pessoal da web”.

Enfim. Ledo engano. Dela, meu e até do Bial.

Você pode não ter percebido, mas acabamos de acompanhar uma experiência de análise de mercado das mais ricas. Aliás, é quase de se pensar se a estratégia de convidar uma personalidade web não foi um ato proposital da Rede Globo, porque demonstrou que o impacto da internet nas grandes massas ainda é muito inferior ao impacto da grande mídia.

Além do impacto em si, a forma de se pensar comunicação na web e fora dela é totalmente diferente. A adequação de referências, o formato do discurso, a clareza nas palavras, o grau de “inteligência” das mensagens e por aí vai.

Errar não é pecado. Aqui a gente erra e muita agência também erra por aí, principalmente quando se trata de adequação. O importante é aprender, lendo a Wired, consultando o Ffffound, seguindo um monte de gente inteligente e interessante no Twitter e, assistindo o BBB.

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Foto: Divulgação Rede Globo.

Never Mind The Bollocks

por Rodrigo Brod em 12 de fevereiro de 2010. 3 comentários
Sex Pistols

Nas minhas últimas férias, estava eu tentando fazer uma “arriscada” manobra sobre as areias de Pântano do Sul, em Floripa, quando pedi educadamente a um rapaz que fechasse a porta traseira da caminhonete dele, para que eu pudesse manobrar com mais facilidade. Ele, como bom manézinho da ilha, me chamou de “ruim de roda” e não fechou a porta.

Em outro local qualquer, seria chamado de grosso, braço ou barbeiro. Mas em Floripa, assim como no livro do Marcelo, Marmelo, Martelo, fui chamado por um nome descritivo, composto e extremamente simples. Há quem faça gozação, dizendo que o pessoal local da ilha chama helicóptero de “avião de rosca”, mas eu prefiro pensar que isso só demonstra uma forma mais simples e direta de ver as coisas.

Hoje, lendo uma matéria no site do Clube de Criação de São Paulo, vi que um brasileiro foi contratado como Integrated Creative pela Wieden+Kennedy, de Londres. Não sei bem o que significa, mas me arrisco a pensar que seja um profissional que integre habilidades de direção de arte, redação, planejamento e etc. Se for assim, eu sempre quis ser um Integrated Creative e só não sabia o nome da coisa. Quando fazia ESPM e estava montando minha “pasta”, tinha uma crise existencial enorme em não saber se fazia um portfólio de Diretor de Arte ou Redator. Ou, ainda, se não desistia disso tudo e procurava uma vaga de atendimento ou planejamento.

Depois do meu fugere urbem pro Sul, abri uma agência e a crise passou. A Dobro faz comunicação integrada e, agora, eu podia fazer de tudo um pouco. Mas, hoje, pensando no manézinho e no Integrated Creative, me toquei que fazer “comunicação integrada” é mais ou menos como ser “ruim de roda”. O bacana mesmo é ser “full service”, “360%” ou “hot shop”.

As pessoas gostam de rótulos. É só pegar uma forma genuína de expressão musical, pessoal ou cultural, juntar alguns representantes que tenham características semelhantes, rotular e vender. Never Mind The Bollocks, here’s the Hot Shops.

O problema não são os rótulos em si, mas é a salada que se transforma a coisa quando os representantes genuínos começam a se misturar com oportunistas que se apropriam dos rótulos, para pegar carona e vender junto. E, quando a gente se dá conta, encontramos no mesmo balaio o Sid Vicious, o Joey Ramone, o Billy Idol e o Supla.

Além de toda a vantagem das praias, pode ser que seja mais inteligível fazer comunicação integrada em Floripa. Como ainda estamos por aqui, trocamos o “integrada” por “exponencial”. Não é “exponential” ou “outstanding”, mas nos serve, porque nos parece sincero e autêntico.

Em resumo, não é que eu não goste de rótulos. Eu só costumo ter cuidado com eles. Até porque, via de regra, no verso há sempre um prazo de validade.

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Em tempo. Essa foto o Carlos Gerbase (um punk – e um indivíduo – autêntico), tem em um pôster na sua sala da Casa de Cinema.

joaolinneu.com

por Rodrigo Brod em 11 de fevereiro de 2010. 1 comentário

Temos sempre divulgado aqui no blog o trabalho de artistas que gostamos. Desta vez, resolvi dar espaço pra um lado menos conhecido de um velho amigo.

O João é Diretor de Arte na Fnazca, mas ele já passou pela TBWA/Cápsula, Fischer, JWT e AlmapBBDO. Além de ser presidente ex-presidente do fã clube oficial do Iron Maiden, foi meu primeiro “dupla” na agência da ESPM. Mas o post é sobre as fotos dele, com um olhar de observador das ruas que ele já tinha nos áureos tempos da Vila Mariana.

Abaixo algumas fotos do último ensaio postado, clicado nas ruas de NYC. Mas vale a pena ver mais no site dele, joaolinneu.com, com destaque para o ensaio “Mínimos”.

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The Ad-O-Matic

por Rodrigo Brod em 13 de outubro de 2009. Nenhum comentário

É, vamos perder os nossos empregos. Hê.

Dica do @brunopommer. O vídeo é um projeto de estudantes do Miami Ad School.

Big Love

por Mariana Sanchez em 8 de junho de 2009. 1 comentário

Campanhas da HBO sao famosas pela originalidade e, é claro, que o “produto” se presta muito bem para isso.

A campanha apresentada no início deste ano para o lançamento da terceira temporada da série Big Love (dramas de uma família poligâmica) está centrada em segredos: “Todo mundo tem alguma coisa pra esconder”. O que mais chama a atençao sao dois luminosos instalados em Nova York e Los Ángeles que oferecen a possibilidade de conectar fones de ouvido e escutar segredos dos personagens criados para a campanha.

Também circularam pelas ruas da cidade cerca de 150 pessoas portando bolhas presas na cabeça contendo um segredo. Proibidas de falar com o público, elas apenas entregavam folhetos de divulgaçao da série. No site, as pessoas podem acessar os segredos de personagens e internautas, em clima de interatividade.

Criada pela agência BBDO Nova York.

Fotos: Ads of The World

Fonte: Marketing News

Big Love

Christophe Huet

por Mariana Sanchez em 25 de fevereiro de 2009. Nenhum comentário

O francês Christophe Huet trabalha com montagens fotográficas e já realizou trabalhos para grandes marcas como Nike, Motorola e Playstation.

Abaixo uma montagem cômica (para aqueles dias em que acordas com um cabeção).

Fonte: LikeCool

christophe-huet

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Dobro Comunicao Exponencial

Comunicação Exponencial é um coletivo de ideias feito pelo pessoal da agência Dobro e um grupo seleto de convidados, amigos e parceiros.

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