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A história não está nos gibis

por Rodrigo Brod em 21 de junho de 2008. 2 comentários

Quem nasceu por volta de 1980, como eu, deve se lembrar dos cigarrinhos de chocolate da Pan. Hoje, o mesmo produto se apresenta como “lápis de chocolate” (talvez no diminutivo, não sei) e é um absurdo relacionar cigarro com produtos para consumo infantil. Voltando um pouco mais no tempo, em 1974 meu pai fez uma viagem aos Estados Unidos e trouxe uma série de coisas de lá, desde camisetas do Mickey by Hering, made in Brazil, até uns gibis em inglês. Eu não era nascido na época, mas algumas coisas ficaram, como os gibis.

Esses dias meu filho mais velho “herdou” os gibis, para poder mostrar para a professora de inglês dele. Eu não pude deixar de notar a peculiaridade histórica dos anúncios veiculados nas revisitinhas, tomei os gibis emprestados e cá estão no blog.

Nas duas revistas há vários anúncios de jogos de “soldadinhos” e, em uma delas, um anúncio de um rifle de pressão destinado para crianças, com o sugestivo título “Como dizer ao seu pai que você está pronto para um rifle Daisy B.B”. No verso de outro gibi, bottons de paz e amor.

Bem, fora a tradição militarista norte americana, o período era o final da Guerra do Vietnã, que ajuda a explicar o contexto histórico da coisa. De qualquer forma, este tipo de anúncio, em um gibi de 1974, ajuda a entender melhor certos aspectos da sociedade americana, Columbine e afins.

Tom e Jerry - gibi de 1974

Robin Hood - gibi de 1974

Hot

por Rodrigo Brod em 28 de maio de 2008. Nenhum comentário

A próxima Revista da Criação trará uma reportagem sobre as agências mais quentes do momento. Mas já dá para ler alguns relatos sobre as visitas no blog “Diário de Bordo“, feitas pela Regina Augusto, em agências como a Wieden+Kennedy, Mother, Naked (Londres), StrawberryFrog (NY) e Crispin Porter + Bogusky (Miami).

Além dos textos, que servem de aperitivo pra quem espera a revista, as fotos dos escritórios são ótimas. Não dá nem pra ficar com vergonha de dizer que bate uma inveja, porque tanto os variados conceitos de trabalho, quanto os espaços, são muito legais.

Acesse aqui o link para o blog “Diário de Bordo” do Meio&Mensagem.

Crispin Porter + Bogusky

Blender Man - Wieden+Kennedy

Anúncio Comestível

por Mariana Sanchez em 28 de maio de 2008. Nenhum comentário

Se todos os anúncios fossem assim…

100% edible paper

“papel 100% comestível. Fiat Panda 1,2 Natural Power Climbing € 11,000. Oferta válida até acabarem os estoques. Melhor fazer este anúncio desaparecer rapidamente. ”

Agência: Leo Burnett, Milan, Italy
Diretores de Criação: Sergio Rodriguez, Enrico Dorizza
Diretor de Arte: Francesco Epifani
Redatora: Nicoletta Zanterino
Fotógrafo: Neri Oddo

Mais café e McDonald’s

por Rodrigo Brod em 23 de maio de 2008. 1 comentário

Complementando o post abaixo da Mariana, segue um vídeo com uma série de comerciais produzidos pela DDB de Estocolmo, também para o McDonald’s. Nonsense total, mas a idéia é mostrar o quanto você precisa de café pra realmente acordar do “absurdo” dos sonhos.

Coisa de sueco :-). Dica do AdFreak.

A Droga da Cafeína

por Mariana Sanchez em 23 de maio de 2008. Nenhum comentário

MacDonald\'s | AlmaDDB | Miami

Publicidade para o café do MacDonald’s, criada pela AlmaDDB de Miami.

É mais ou menos assim que funciona na Dobro também.

Veja mais aqui.

Logomarcas muito suspeitas

por Mariana Sanchez em 23 de maio de 2008. 3 comentários

Este post é para lembrar como é importante um estudo antes de lançar uma marca. Muitas empresas recorrem às gráficas expressas ou ao sobrinho que “sabe mexer” no Corel Draw, o que resulta numa logomarca sem conceito e sem noção, muitas vezes. Uma logomarca que a sua empresa vai carregar pela vida inteira.

Centro de Estudos Orientais da UFSC Centro Pediátrico de Arlington

Cli-Chê

por Rodrigo Brod em 20 de maio de 2008. 2 comentários

É, não cansaram.

Pra mim ainda gerou um sorriso, porque me lembrou minha mãe, que adora esse produto :-). Mas, deu de Chê, né?

Cli-Chê

Fonte: Ads of the World

Criadores e Criaturas

por Mariana Sanchez em 2 de maio de 2008. 2 comentários

Desde a instituição da Pop Art – movimento artístico da década de 60 que ironizava os mitos da sociedade de consumo – os limites entre arte e publicidade tornam-se cada vez menores porque as ferramentas e os conceitos de ambos se interpõem com as facilidades da era digital. O público é constantemente bombardeado pela publicidade (essa constatação já virou clichê). Para se diferenciar no meio dessa guerra imagética, as agências investem em pesquisa de referências que muitas vezes passam por ilustradores, fotógrafos, designers, cineastas sem compromissos intelectuais com empresas ou instituições. A bem da verdade, tudo que é produzido pela sociedade faz parte da sua cultura, e essa é inspiração para todos os criadores, de diversas áreas. Por isso, cada imagem é uma construção de diversos autores diretos e indiretos, através de uma ligação complexa de idéias, por mais simples que pareça. É incrível como uma “sociedade da imagem” como a nossa, valorize tão pouco “a imagem”. Ignora-se os processos de pré-produção e pós-produção da mesma, refletindo-se na baixa remuneração e falta de subsídios dos artistas. Todos os criadores estão ligados de alguma forma por uma teia única de comunicação e fomentar a arte, é desenvolver também a comunicação empresarial.

Abaixo um dos melhores exemplos da integração entre criação artística e publicitária: pintura de Andy Warhol da garrafa de vodca da Absolut.

Especial Estilo & Construção

por César Krunitzky em 30 de abril de 2008. Nenhum comentário

Circula hoje por todo o Vale do Taquari o novo caderno d’O Informativo, Especial Estilo & Construção. A Dobro está presente através do anúncio da Renner Ar Condicionado. O único anúncio de página inteira do especial mostra de forma bem-humorada a interação com leitor para criar o clima no seu ambiente. Além do anúncio, vale a pena dar uma lida nas páginas centrais, com textos também produzidos pela Dobro, para entender de que forma as pessoas estão investindo mais no conforto de suas casas.

Anúncio publicado no Especial Estilo & Construção

Publicidade & Conscientização

por Mariana Sanchez em 29 de abril de 2008. Nenhum comentário

As campanhas de conscientização têm duas grandes vantagens para o criador: o objetivo (função social) e a liberdade de criação. As melhores campanhas, e que geram maior repercussão na mídia, geralmente são feitas para chocar. Infelizmente não há outra forma de chamar a atenção das pessoas para problemas tão difíceis de serem encarados.

Dois exemplos excelentes a seguir:

a) Campanha de conscientização no trânsito em Sidney (Austrália). Agência: Saatchi & Saatchi.

Fonte: Comunicadores de Plantão

b) Campanha contra as minas terrestres: CALM Campaign (New Zealand Campaign Against Landmines).

Fonte: Publishitários

In 89 countries walking on a mine is still a routine

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