Eduardo e Mônica
Há quem não goste da Vivo. Também há quem não goste do Renato Russo.
Mas eu, que aprendi a tocar violão com Legião Urbana e já namorei a distância (em uma época em que era bem mais difÃcil se conectar), achei bem legal.
Propaganda
Há quem não goste da Vivo. Também há quem não goste do Renato Russo.
Mas eu, que aprendi a tocar violão com Legião Urbana e já namorei a distância (em uma época em que era bem mais difÃcil se conectar), achei bem legal.
Neste Dia dos Namorados, a aposta do ateliê Eduarda Maioli é deixar os “amados” sem palavras. Além do anúncio abaixo, veiculado em mÃdia impressa e adaptado para e-mail marketing, a campanha concebida pela Dobro para a designer de joias contou com ações de comunicação dirigida, relacionamento e tematização do PDV.

No final de semana anterior ao dia 12 de junho, alguns casais foram surpreendidos por um mÃmico em certos restaurantes da cidade, recebendo um convite para deixar o amor sem palavras. E quem visitar o ateliê de Eduarda neste perÃodo terá algumas outras surpresas inspiradoras.
A produção fotográfica ficou aos cuidados de Giovane Sebastiany, com pós-produção da própria agência.
Ótimo tumblr. Things Real People Don’t Say About Advertising – ou algo como “coisas que as pessoas reais nunca dizem sobre propaganda”.


Acesse aqui: http://tpdsaa.tumblr.com/. Dica do @michelkz
O ateliê Eduarda Maioli está com uma nova campanha para o Natal criada pela Dobro. O conceito “wishes” brinca com os desejos feminino e faz o convite para que eles sejam realizados.

A campanha está sendo veiculada em mÃdia impressa, online (mail mkt) e o conceito também decora a vitrine do ateliê. As fotos que ilustram as peças são de Giovane Sebastiany.

Em comemoração aos seus 50 anos, a revista Quatro Rodas acaba de disponibilizar um acervo digital com todas as edições desde o primeiro número, de 1960.

Para quem gosta de carros é um prato cheio. Mas para quem trabalha com comunicação e publicidade também. Além dos anúncios, é um acervo muito interessante para acompanhar a própria evolução editorial, uso de cores, estéticas e modismos.

As imagens acima são da primeira edição. Mas tem muito mais no acervo: quatrorodas.abril.com.br/acervodigital
–
Dica dos amigos do escritório Haas Advogados.
Imagens retiradas do site quatrorodas.abril.com.br/acervodigital
Porcogalinhavaca.tumblr.com é um ótimo tumblr dedicado a um tema muito recorrente em campanhas publicitárias: anúncios com o “trio” porco, galinha e vaca. Aliás, não tinha me dado conta de que o tema era tão recorrente assim.
Aqui na Dobro, infelizmente, não temos nenhuma campanha com o tema para contribuir :)
–
Fonte: porcogalinhavaca.tumblr.com

Me chamou a atenção um artigo da Advertising Age, publicado na Meio&Mensagem, sobre o futuro das agências de publicidade. O texto original, escrito por Al DiGuido, CEO da Zeta Interactive, você pode (e deve) ler aqui. Mas, vou resumir abaixo parte das três apostas que DiGuido apresenta para o futuro das agências em 2015:
Agências enxutas, com novos cargos: A aposta é de um futuro com fees menores e estruturas de, no máximo, 100 pessoas, possibilitando mais agilidade e flexibilidade. Os cargos também mudam… sai de cena o diretor de criação e aparece o “expert em convergência”. Nesse bolo deve entrar também o “integrated creative“, sobre o qual falei aqui em um post anterior.
Análise no lugar da sala de troféus: Resultados em festivais perdem a importância para os resultados sobre os investimentos dos clientes, o famoso ROI. As agências que melhor controlarem os dados e souberem como analisá-los, comandarão o mercado.
Tecnologia não será terceirizada: Quem for o dono da tecnologia – ao invés de alugar quando necessário – terá mais chances de ampliar suas receitas, porque não irá diluir com fornecedores suas margens de lucro. E isso vai desde tecnologia de e-mails até redes sociais. A tecnologia desenvolvida dentro da agência também passa a ser um diferencial.
Mostrei o texto aqui na agência para o César, um dos meus sócios na Dobro e ele comentou ter a impressão de estarmos “há 8 anos em 2015″. Não sei se é pra tanto, porque infelizmente ainda não temos as ferramentas necessárias para medir ROI de uma forma estruturada. Mas, ao escrever esse post me parei pensando “qual é o cargo do César mesmo?” Aliás, nem sei ao certo qual é o meu. Apesar de dirigirmos, respectivamente, mÃdia e criação, já faz algum tempo que optamos em não colocar cargos em nossos cartões de visita. Também nunca tivemos cargos totalmente especializados… pode parecer estranho, mas na Dobro nunca existiu uma dupla de criação no modelo redator + diretor de arte.
Hoje também internalizamos 98% da nossa tecnologia para web, além de outras “tecnologias”, como o tratamento de imagens, que os concorrentes costumam terceirizar. No nosso caso, muitas dessas caracterÃsticas são fruto de necessidades por ter uma estrutura enxuta e fees menores. Mas, como nosso amigo DiGuido aposta, essas também são tendências.
Sinceramente, apesar do sentimento que o César apresentou ao ler o texto, não sinto que já estamos em 2015. Mas acredito muito que caminho certo já foi tomado, há 8 anos.
…
Fonte (link para o artigo original): MMOnline

Segunda fase da nossa campanha, com foco nas principais áreas de atuação da Dobro.
Quer ver mais, os outros anúncios estão no Flickr. Ah, e também continua no site.
É, vamos perder os nossos empregos. Hê.
Dica do @brunopommer. O vÃdeo é um projeto de estudantes do Miami Ad School.