Música

Falantes concretos

por Rodrigo Brod em 8 de julho de 2011. Nenhum comentário

Projeto do estudante Shmuel Linski, para sua graduação no Shenkar College, em Israel, os “Concrete Speakers” garantem um som pesado, mesmo que você esteja ouvindo bossa nova.

Concrete Speakers
Concrete Speakers

O projeto está descrito com mais detalhes no site do estudante, com fotos da construção dos falantes e informações sobre o seu funcionamento.

–
Via DesignSponge.

logomusica

por Xera em 9 de junho de 2011. Nenhum comentário

Achei a ideia deste tumblr bastante original e engraçada. O idealizador é Teófilo Viana, formado em arte e mídia.

logomusica_a

logomusica_b

logomusica_c

Te diverte.

Vi aqui.

Vou de táxi

por Rodrigo Brod em 21 de junho de 2010. Nenhum comentário

Black Cab Sessions

Post apropriado para este começo de inverno. Black Cab Sessions é o nome de um projeto em que um táxi trafega por ruas de Londres e dos Estados Unidos, levando músicos no banco de trás. No link acima, Ryan Adams, em homenagem ao meu cumpadre @henrique_so.

A dica veio do twitter do @rodrigomuller. Veja mais aqui.

Música de brinquedo

por Rodrigo Brod em 15 de junho de 2010. 1 comentário

Eu sempre gostei de Pato Fu, desde os tempos do Gol de Quem?, porque o Rotomusic só fui conhecer depois. Não vi muitos shows deles. Um só na verdade, da época do Tem, Mas Acabou. E recentemente tive a oportunidade de ver de perto a turnê Luz Negra, trabalho solo da Fernanda Takai, em Porto Alegre.

Uma das coisas que eu mais gosto na banda é a capacidade de gerar surpresas para os ouvintes. O novo trabalho, Música de Brinquedo, não foge à regra. Não sei se o termo toy art cabe pra música, mas, enfim, nesse caso bem que poderia.

jamie lidell

por Rafael Dalmoro em 5 de abril de 2010. Nenhum comentário

Normalmente eu não me surpreendo com novos conceitos e tendências no universo da música, mas o trabalho de Jamie Lidell me deixou bastante empolgado. Mesmo não me aventurando pelo underground da internet procurando novos artistas e ainda sabendo que existe muita coisa boa feita há alguns anos que mereça atenção, faz tempo que não vejo algo tão original. Além disso, faz o Michael Winslow parecer um amador.

A complexidade e a simplicidade se misturam e mostra que ainda existe muito espaço para a música analógica nesse mundo tão digital.

A quem interessar, no Conector tem mais vídeos.

Fora de lugar

por Thiago Fonseca em 11 de novembro de 2009. Nenhum comentário

Li no site IDG Now que o Ministério da Cultura está preparando um projeto para uma nova lei de direitos autorais. Uma das novidades é a possibilidade de o dono de um cd, por exemplo, fazer legalmente um cópia privada do conteúdo do seu disco em outra mídia, para uso pessoal.

Outra boa notícia é que o uso de pequenos trechos de áudio ou vídeo será permitido para a criação de mashups. Mashups, para quem não sabe, são mais do que simples remixes (talvez seja a evolução destes): trata-se da fusão de diversas músicas ou elementos musicais em uma nova faixa. No cenário internacional, temos o Girl Talk e o 2 Many DJs / Soulwax como exemplos de artistas de mashup; no Brasil, The Twelves.

Neste momento em que os direitos autorais são discutidos justamente por haver um novo uso dos bens artísticos – músicas, clipes, filmes, qualquer coisa que caia na net é objeto imediato de interação por parte de muitos dos navegantes -, não é de surpreender que os próprios artistas se desloquem de seus lugares originais. No âmbito da música, um dos sinais disso é o crescente aparecimento de supergrupos.

Um supergrupo é um grupo formado por integrantes de outros grupos consagrados. Já tivemos, por exemplo, Fantômas, Gorillaz, Mad Season, Audioslave e, mais recentemente, Chickenfoot, Them Crooked Vutures e a banda do Thom Yorke (sem nome, o que não é pouco significativo). Também temos um caso brasileiro: Nove Mil Anjos, atualmente fora de atividade. DE todos, o mais interessante que me vem à cabeça é o Broken Social Scene, um coletivo de bandas (eles, apesar de tudo, recusam o título de supergrupo) que envolve membros do Metric, Do Make Say Think, Land of Talk e Stars, entre outros. É muita gente, de diferentes estilos musicais. E a banda é boa.

Alguns membros do Broken Social Scene

Alguns membros do Broken Social Scene

É interessante notar que os músicos não estão conformados com seus grupos originais e suas músicas de sempre. Em vez de optar por mais um disco, que sempre leva ao dilema “inovar e arriscar a perder fãs” ou “manter a sonoridade e ficar para trás”, muitos artistas preferem um situação não-estática de suas carreiras. Com isso, derrubam gêneros musicais antigos e surgem – ou ao menos é o que esperamos – novas experiências sonoras. Fica difícil, às vezes, saber em que prateleira procurar um CD novo. Mas quem procura CDs em lojas?

Por fim, não é só os músicos que trabalham com esse dinamismo, com essa zona de indeterminação. Recentemente, David Lynch fez um projeto de álbum com Danger Mouse e Sparklehorse, chamado Dark Night of The Soul. Sem nenhuma surpresa, conta em cada faixa com a participação de um diferente intérprete: Julian Casablancas (The Strokes), Wayne Coyne (The Flaming Lips), Suzanne Vega, etc.

Há, também, um movimento contrário, que é o retorno de antigas bandas: Alice in Chains com novo vocalista, as turnês do Faith No More e do Pavement a princípio seria um contrapeso ao que tentei destacar. Por outro lado, podemos lembrar também que se trata de músicos que não deixaram defazer outros projetos bem sucedidos nos últimos anos – é inegável a qualidade da carreira solo de Jerry Cantrel e Stephen Malkmus (Alice in Chains e Pavement, respectivamente), sem falar nos inúmeros trabalhos de Mike Patton (Faith No More).

Muito mais pode e deve dito sobre o tema. Por ora, basta que se torne claro um sinal de nossos tempos: de que tudo e todos estão mudando de posição (exponencialmente), e que estar em movimento é essencial.

PS: deixo de colocar os links para todos os artistas citados porque são muitos. Felizmente, temos ferramentas interativas para copiar e colar no Google ;)

O poder das pentatônicas

por Rodrigo Brod em 2 de setembro de 2009. Nenhum comentário

A primeira vez que ouvi falar em escalas pentatônicas foi quando comecei a aprender a tocar guitarra. Foi minha segunda grande descoberta depois dos power chords, quando vi que não precisava de muito esforço e talento pra tocar rock’n'roll.

O Rodolfo, que aprendeu a tocar guitarra (e baixo e afins) mais ou menos na mesma época que eu, me mandou faz algum tempo esse vídeo. Um* “O” cara chamado Bobby McFerrin demonstra, em uma apresentação no World Science Festival deste ano, como as pessoas (sim, nós todos) usam as escalas pentatônicas mesmo sem perceber.

Vale a pena assistir pela primeira vez já tentando acompanhar a platéia.

(*) corrigido por @jrpBrod, que tem bem mais cultura do que eu :)

Fernanda Takai

por Rodrigo Brod em 31 de agosto de 2009. 2 comentários

Sábado fui com a minha Fernanda ver o show de outra Fernanda, a Takai, no teatro do Bourbon Country em Porto Alegre.

Luz Negra

Apesar de já termos quase gastado de tanto ouvir o CD “Onde Brilhem Os Olhos Seus“, primeiro trabalho solo da vocalista do Pato Fu, o show “Luz Negra” trouxe uma série de ótimas surpresas além do repertório baseado nas músicas cantadas por Nara Leão. De Duran Duran a Amy Winehouse, passando por um cover de Roberto Carlos com um impagável discurso da Fernanda antes de música, lamentando não ter sido convidada para o especial “Elas cantam Roberto”.

Um show com a perfeição técnica já característica dos “fus”, até porque a presença dos indefectíveis John Ulhoa e Lulu Camargo garante 70% de “fus” no palco, mesmo sendo um trabalho solo da Fernanda Takai. Claro, sem desmerecer o baixista (que eu não lembro o nome) e a baterista, Maria Portugal, que contribui também fazendo as dobras de vocais, sem deixar nada a desejar em relação ao CD, que tem as dobras gravadas pela própria Fernanda.

Muito bacana mesmo. Ótima indicação de show, CD e DVD. Como tínhamos que voltar pra Lajeado, infelizmente não ficamos para comprar na lojinha do teatro e ganhar autógrafo :)

Abaixo, vídeo que a gente gravou no show, com o clássico da MPB “O Barquinho”, cantado em japonês!

SubPop #1 – Este sábado no Sótão (Porto Alegre)

por Mariana Sanchez em 20 de maio de 2009. 1 comentário

SubPop #1 – Sábado, 23/05, no Sótão – Porto Alegre

Sábado tem festinha nostálgica em Porto. Se eu pudesse, iria. Na discotecagem, o amigo Jamer Mello (admirador da cultura “indie” editor do fanzine Badalhoca).

O quê: Estreia da festa mensal SUB POP, com discotecagem 90’s, indie e rock, dos residentes Rubim e Jamer, acompanhados dos convidados Daniel Bacchieri e Maurício Krebs.

Quando: Sábado, 23 de maio.

Onde: Sótão – Rua João Alfredo, 383, Cidade Baixa.

Horário: 23 horas.

Quanto: R$15,00 e R$10,00 com o nome na lista [festasubpop@gmail.com].

Contato: Rafael Rubim (51-9968-8675).

O Noel e o Liam

por Rodrigo Brod em 13 de maio de 2009. 1 comentário

Acho que todas as pessoas que eu conheço, que conhecem um pouco de Oasis, preferem o Noel ao Liam Galagher. Fui no show deles ontem em Porto Alegre e, pela reação do público, também dá pra sentir que as músicas cantadas pelo Gallagher mais introspectivo e curvado tiveram uma reação mais emocionada do público.

Mas será que o Oasis seria tão divertido e relevante sem a pose toda do Liam na frente do palco, com aquele postura “tô me lixando”? Bem, eu acho que não :)

Liam e Noel

Foto do ClicRBS.

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