Garbage Is Not Fashion

por Xera em 14 de abril de 2011. Nenhum comentário

A New Ark Mission of India é uma organização que resgata crianças de rua e pessoas de idade e as abriga para que vivam em comunidade, com condições dignas. Os meses de  inverno são extremamente rigorosos por lá e 33,4% da população não tem sequer roupas para enfrentar o frio.

Por isso, a Ogilvy & Mather, de Bangalore, criou uma campanha no estilo coleção de moda, com o intuito de arrecadar 3.500 peças de roupa. Por fim, conseguiram mais de 6.000, além de contribuições em dinheiro.

new ark copy
new ark copy

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Wolp.com.br

por Rodrigo Brod em 31 de março de 2011. 2 comentários

Já está no ar o novo site da Wolp Calçados, focado na coleção outono-inverno da marca.

Wolp

O site, desenvolvido pela Dobro, dá destaque ao conceito da coleção e às belíssimas imagens concebidas pelo estúdio FinnDesign, de Novo Hamburgo.

Wolp

Além do visual, o projeto privilegiou o acesso rápido e fácil aos produtos, o clipping e informações sobre representantes e pontos de venda dos produtos Wolp.

Wolp

Para conhecer o site e entrar em contato com a marca, acesse: wolp.com.br

Sorvetes com gosto de antigamente

por Rodrigo Brod em 31 de março de 2011. 2 comentários

Quem mora em Santa Cruz do Sul certamente já saboreou um sorvete na Castelinho, tradicional sorveteria da cidade que já serviu bolas, taças e sobremesas para várias gerações. E é justamente com esse espírito – dos sorvetes feitos “como antigamente” – que o tradicional ponto fechou as portas no último final de semana, para reabrir em maio de… 1981 (!).

1981

O teaser acima, criado pela Dobro, só dá um gostinho das mudanças que vêm por aí. Mas calma! A receita do seu Ito Piccinini não vai mudar :) Aguarde.

Mario, o filme

por Rodrigo Brod em 18 de março de 2011. Nenhum comentário

Alguns posts a gente nem precisa descrever. Assiste aí.

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Dica do @cesarbrod.

Thonet revisitada

por Rodrigo Brod em 18 de março de 2011. 3 comentários

A Promemoria, um fabricante italiano de móveis de luxo, desenvolveu uma releitura da famosa cadeira Thonet. O clássico, criado em 1855, ganhou o nome de Bilou Bilou em sua nova “encarnação” e é comercializada com acabamentos luxuosos, como couro e camurça.

Bilou-Bilou
Bilou-Bilou1

A cadeira também ganhou uma versão “for kids”.

Bilou Bilou Kids

Eu gosto mais da original :)

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Via Coolhunting.com.
Mais no site da Promemoria.

Até os anjos vão cair

por Xera em 17 de março de 2011. 1 comentário

Usar realidade aumentada em campanhas publicitárias já não é mais novidade. Às vezes até me incomoda quando a marca se apropria de tal tecnologia só para mostrar como ela está inserida no universo de tendências, mas não sabe o que fazer com isso.

Agora, quando o conceito da campanha casa com o contexto que a tecnologia permite criar e isso vai impactar as pessoas de uma maneira interessante e surpreendente, tem mais é que colocar a mão na massa e produzir.

Foi o que a Axe fez, na estação Victoria, em Londres, para a campanha “Até os anjos vão cair”.

Street art for kids

por Rodrigo Brod em 11 de março de 2011. Nenhum comentário

Na última aula de quarta-feira na Univates (cadeira de Experimentos e Pesquisa em Design), falei sobre infância e também falei sobre street art (Banksy, mais especificamente). Mas não tinha imaginado uma aproximação deste gênero entre os dois universos.

O autor de livros infantis Aaron Zenz levou a família para assistir o filme Exit Through The Gift Shop (que o Xera já postou o trailer aqui no blog). Depois do filme, a filha dele, Gracie, de 10 anos, decidiu que queria ser uma “street artist” também :)

Street Art For Kids

O resultado são esses adoráveis monstrinhos que o papai Aaron ajudou a filha a criar (junto com o resto da família). Além de divertidos, são seguros e não causam danos às ruas… quem é pai sabe que algum tipo de valor a gente precisa passar aos pequenos.

Street Art For Kids
Street art for kids

No blog da família Zenz o projeto está todo documentado, com muito mais fotos. Vale a pena conferir.

Street art for kids
Street Art For Kids

Vi no Flavorwire. Que também vale muito a pena visitar.

Casas com escorregadores

por Rodrigo Brod em 10 de março de 2011. 2 comentários

Nossa amiga (e cliente) Ana Cláudia Bervian, da Tratto, esteve faz alguns dias lá em casa para pensar em como solucionar alguns “probleminhas” da minha sala de estar. Estou com vontade de pedir pra ela incluir alguns adicionais no projeto :)

O blog Flavorwire trouxe alguns exemplos de uma tendência que está começando a aparecer por aí: casas com escorregadores!

Escorrega

^ Cobertura em East Village, Nova Iorque. Projeto de Turett Collaborative Architects.

Casa com escorregador - Tókio

^ Casa com escorregador, em Tókio. Projeto de Level Architects.

Rainbow House, Londres
Rainbow House, Londres

^ Rainbow House, em Londres. Projeto de Ab Rogers Design.

Playhouse, Jakarta

^ Playhouse, em Jakarta. Projeto por Aboday.

#euquero :)

–

Veja a matéria completa no Flavorwire: Houses with slides
Fotos (na ordem em que aparecem) por Travis Dubreuil (Design Milk), DesignBoom, Plastolux e Happy Lin (Dezeen).

Fondue de cupcake

por Rodrigo Brod em 9 de março de 2011. Nenhum comentário

Atrasado, mas segue um post adocicado dedicado às moças: um fondue de cupcake! Segundo o blog Chickabug é uma sugestão para festas de crianças, porque funciona tanto como uma sobremesa, quanto como uma atividade para os pequenos… mas convenhamos que é uma ótima pedida para crianças de todas as idades :)

Cupcake fondue

Eu não entendo muito de cupcakes, mas você pode conferir a receita completa da brincadeira clicando aqui.

Cupcake Fondue

Via @etsy.
Imagens e informações tiradas dos blogs Chikabug e PrintSizeSocial.

Efeito borboleta

por Rodrigo Brod em 3 de março de 2011. 5 comentários

Faz tempo que não escrevo um “artigo” um pouco mais completo aqui no blog, mas acho que é um bom momento. Na últimas semanas alguns fatos chamaram a atenção das pessoas – por seus efeitos negativos e positivos – e eu não pude deixar de acompanhar a repercussão entre as pessoas que me cercam.

Não posso dizer que é algo sem exceção, mas em regra geral, nós, seres humanos, temos uma enorme tendência para defender os “nossos”, aquilo que nos atinge e o que gostamos, sem necessariamente fazer uma reflexão mais aprofundada sobre os efeitos das nossas reações.

Postei ontem no twitter os resultados de uma pesquisa falando sobre as sacolas de plástico versus as sacolas ecológicas. Confesso que tentei mudar meus hábitos com o surgimento das ecobags, mas não consegui totalmente e fiquei surpreso com os resultados na pesquisa que dizem que as sacolinhas plásticas podem não ser o grande vilão da história.

tartaruga plastico

Também ontem (e também via twitter), compartilhei alguns links com o lançamento do iPad2, porque sei que muitos dos meus “seguidores” gostam de acompanhar as novidades em tecnologia. E também porque eu admiro o Steve Jobs e não gosto do Bill Gates. Fico apreensivo quando comentam sobre a saúde do Mr. Jobs, mas acredito que não teria a mesma apreensão caso o velho Bill tivesse um grave problema de saúde.

Bem, mas eu já li em algum lugar que o Bill Gates dedica boa parte da sua fortuna para causas nobres. Enquanto a Apple fabrica seus gadjets em fábricas com condições insalubres, o que favorece inclusive a prática do suicídio por parte dos trabalhadores, segundo a reportagem de capa da revista Wired, que uma amiga compartilhou ontem (também no twitter ).

wired

Eu poderia não ter me afetado pela notícia, mas eu ainda acredito que nós podemos fazer um pouco de diferença no mundo através das nossas atitudes de consumo. Já tive épocas em que comprava muitos produtos orgânicos, ainda busco fabricantes regionais no mercado para valorizar a região, na agência sempre investimos em talentos locais e inclusive já deixei de comprar em estabelecimentos que não oferecem um tratamento digno aos seus funcionários.

Mas eu gosto da Apple.

(Mas) eu paro na faixa. Mesmo não morando em Porto Alegre. Mesmo sabendo que lá é cada vez mais comum um adesivo “eu parei na faixa” estar colado em carros com a traseira amassada. Fazer o bem é algo tão complicado que pode nos fazer mal, em cidades apressadas que criam frutos do seu meio, que fazem coisas inacreditáveis como o atropelamento na Massa Crítica.

bicicleta

Eu ando pouco de bicicleta. Quando morava em São Paulo, parei de andar quando tentaram roubar minha caloicross. Quando me mudei pra Lajeado, depois que roubaram a montain bike da minha mulher, compramos outra e tentamos voltar aos bons hábitos, mas fomos impedidos pelas ladeiras, pelo sedentarismo e pela preguiça. Talvez por isso não roubaram mais a nossa bicicleta. Mas com certeza os “sem bicicleta” continuaram a ser ladrões de bicicletas, sem a mesma poesia do filme homônimo, mas sim frutos do mesmo meio que produz apressados, assalariados, avariados e assassinos. Mas nos filmes os assassinos também podem ser poetas, admirados por quem tem tempo para admirar a arte, provavelmente menos apressados e mais adeptos ao ciclismo do que os bancários.

ladridibiciclette

Já presenciei um atropelamento e já fui impactado por outros tantos. Felizmente nunca estive ao volante nesses momentos. Mas, sempre, automaticamente, em todos os casos, reavaliei o peso do meu pé no acelerador. Imagino que, para algumas pessoas, o acontecido em Porto Alegre tenha um impacto semelhante. Tirar o pé. Pode ser otimismo, mas gosto de acreditar que alguns motoristas evitaram atropelar outras pessoas simplesmente por ter reavaliado sua pressa e seu estresse. Também quero acreditar que alguns ciclistas também reavaliaram sua postura no trânsito. E principalmente, quero acreditar que um pouco mais de gentileza tenha sido gerada, muito além da indignação e da revolta, que é mais forte e muito mais presente em quem esteve mais próximo do ocorrido.

O mundo está cheio de atrocidades. Algumas chamam mais a atenção. Algumas geram indignação. Outras viram filme. Algumas a gente não percebe e carrega no bolso, veste no corpo, enche no copo e enfia na goela.

Pra se desapegar desse carma imenso, só fazendo um pouco de coisas boas todos os dias. Bem pequenas de preferência, pra não ter perigo.

Porque fazer o bem é algo complicado. Os ciclistas, o Steve Jobs e Bill Gates que o digam.

E olhem só o que eu reparei, minha bicicleta tem várias partes feitas em países asiáticos. Provavelmente em fábricas vizinhas àquelas que fabricam os produtos da Apple.

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Fazer o bem é algo realmente complicado.

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