Posts de Meire Brod

Casa de Cinema de Porto Alegre com novo portal

por Meire Brod em 8 de junho de 2009. 1 comentário

Um ano após a grande migração do portal da Casa de Cinema de Porto Alegre, que permitiu novas funcionalidades como a interação com visitantes através dos concorridíssimos blogs e estatísticas de acesso, entre outras, os ilustres moradores da “Casa” contaram novamente com a parceria da BrodTec e da Dobro no gerenciamento para o desenvolvimento da nova estrutura e leiaute.

O portal tem como base o Drupal, um sistema livre, que foi customizado pela BrodTec para atender às necessidades da Casa. Com as mudanças e implementações do sistema, aliados às estatísticas, é possível detectar o perfil do público, além de monitorar suas preferências.

Mas passa lá e dá uma conferida na Casa do Jorge Furtado, do Giba Assis Brasil, da Luciana Tomasi, do Carlos Gerbase…

Casa de Cinema de Porto Alegre

Para colecionadores

por Meire Brod em 23 de abril de 2009. Nenhum comentário

A Veja disponibilizou, gratuitamente, todo seu acervo digital, desde 1969. Dei uma conferida e me diverti observando a evolução (?) da revista. Têm anúncios bizarros, com textos mais bizarros ainda, que lembram muito as revistas americanas daquela época. Tem também belas capas e outras de gosto bem duvidoso. Bom, mas quem quiser, dá uma olhada lá.

Twittando do STF

por Meire Brod em 1 de abril de 2009. Nenhum comentário

Muito legal a iniciativa da Agência Radioweb, que através da RW Mídias fará uma atualização frequente pelo twitter para quem quiser acompanhar o julgamento do STF sobre a constitucionalidade do diploma de jornalista.

Para acompanhar os desdobramentos basta acessar www.twitter.com/rwmidias. O usuário não precisa ser cadastrado para acompanhar. O julgamento está previsto para ocorrer nesta quarta-feira, a partir das 14h.

Quem já faz parte da rede social twitter pode seguir a cobertura em @rwmidias.

Acertando a mira – comunicação levada aos extremos!

por Meire Brod em 9 de março de 2009. 1 comentário

Parece brincadeira, mas o negócio é sério. Em uma universidade em Portugal, o pessoal colocou um aviso bem sincero no banheiro comunitário das residências.

Se os mijões vão se sensibilizar, não sei. Mas que é inusitado, isso não tenho dúvida! A colaboração é do meu genro, intercambista da tal universidade. Beijão Rafael!

Não mije na tampa da sanita

Pobre do Obama

por Meire Brod em 23 de janeiro de 2009. 2 comentários

Limitaram o uso do Blackberry do Obama. Agora ele só vai poder falar com alguns funcionários e poucos amigos. Pior é que depois do cigarro, esse era o vício predileto do presidente. Vamos combinar que um e-mail de Obama comentando os planos para o Irã seria um prato cheio para hackers… Mas será que a segurança da casa Branca é tão fraca assim?

Nem os Jedis vão resistir

por Meire Brod em 2 de dezembro de 2008. 1 comentário

Lembrei do meu amigo Rafa, que sempre foi Jedi. Olha só que legal este espartilho Darth Vader. Ideal pra as fãs de Star Wars que queiram passar pra o lado negro da Força, a roupitcha vem com a máscara de Lord Vader impressa, além de chamas e um frufru dando um ar sexy.

Fonte: gismodiva

Ele pensa como a gente

por Meire Brod em 2 de dezembro de 2008. 1 comentário

Pelo menos gostamos de acreditar que sim. Pode ser pretensão, mas o fotógrafo paulistano Vik Muniz, assim como a Dobro, não usa as tradicionais ferramentas para expressar sua arte. Vik faz suas obras com caviar, chocolate, sucata, entre outros materiais pouco usuais. E pela primeira vez, um artista plástico brasileiro é convidado a organizar uma exposição no mais influente museu de arte moderna do mundo, o MoMA. Ele, que mora em Nova York desde 83, foi descoberto pelo crítico de artes Charles Haggan quando expôs numa pequena galeria a série Crianças de Açúcar, onde fotografou imagens de crianças formadas por… açúcar. Depois disso, até já usou caviar para fazer o retrato de Vladimir de caviar para a edição comemorativa de 75 anos da revista americana Esquire, publicada neste ano.

Vik e seu auto-retrato feito com brinquedos de plástico
Vik e seu auto-retrato feito com brinquedos de plástico

O velho e o novo

por Meire Brod em 16 de outubro de 2008. Nenhum comentário

Acirrando a disputa entre os mundos analógico e digital, a cidade de Goethe sedia desde ontem a Feira do Livro de Frankfurt e apresenta ao público um fantástico contraste que vai desde livros antigos e raríssimos, como a versão original manuscrita de uma música do compositor austríaco Franz Schubert, de 1825, ou uma carta do poeta alemão August von Platen, até as novas tecnologias, como o leitor eletrônico Sony Reader.

O aparelhinho, lançado pela Sony em 2006 no mercado americano e só agora na Europa, é um dispositivo do tamanho de um livro, mas com apenas 1 cm de espessura. Ele começou a ser vendido por US$ 350 no site da Sony na quarta-feira. Muito chique, a tela, baseada em tecnologia da E Ink Corp, assinada pelo MIT, é composta de pequenas cápsulas com partículas pretas e brancas carregadas com cargas elétricas.

Ronald Schild, especialista em inovação digital no mundo editorial, e que estava na feira, comenta sobre o futuro do livro impresso: “Acho que os dois meios conviverão. No futuro, as crianças continuarão tendo suas primeiras experiências de leitura em livros impressos. Porém, duvido que continuem levando para escola mochilas com vários quilos de livros”. Concordo com ele e rezo para que esse dia chegue logo, para o bem das minhas filhas que levam quilos de livros para a aula diariamente.

Bom, mas já que a parafernália ainda vai demorar para chegar por aqui, continuo recebendo pelo meu email diariamente os livros que escolho pelo site Leitura Diária. No site, depois de feita a “assinatura” do livro, você recebe trechos dele em seu email. O mais legal é que você poderá escolher o tamanho do texto (para ler em 5, 10, 15 ou 30 minutos), além dos horários e dias da semana do envio.

Porém, para mim, nada substitui o cherinho bom de um livro novo ou a sensação de manusear um livro velho, cheio de orelhas e marcas de quem já o leu.

Impróprio para menores

por Meire Brod em 10 de outubro de 2008. Nenhum comentário

Todo mundo se esbalda na internet. Até a criançada. Para quem nasceu plugado, nada mais normal do que usar a web como fonte de referência para tudo. Tudo mesmo! Fique sabendo que 53% das crianças e jovens brasileiras tiveram contato com conteúdos agressivos e considerados impróprios para sua idade através da internet. Esse é o resultado de uma pesquisa inédita (e divulgada ontem) realizada pela ONG SaferNet Brasil – responsável pela Central Nacional de Denúncias de Crimes Cibernéticos, em parceria com o Ministério Público Federal (MPF) em São Paulo. O objetivo era mostrar a relação dos jovens brasileiros com a internet, e os perigos que eles correm.

Para quem é pai, o alarmante é saber que 87% dos jovens internautas afirmaram que não possuem restrições ao uso da Internet, e 64% disseram que navegam pela web principalmente no próprio quarto, local considerado impróprio pelos especialistas no assunto.

Verdade seja dita, basta ter um pouco de bom senso para saber que assim como qualquer remédio ou guloseima, a internet tem que ser oferecida às crianças com parcimônia. Mesmo assim, não é de hoje que a gente vê empresas antenadas em oferecer ajuda aos pais desavisados. A Brod Tecnologia, empresa do nosso colablogador (e marido meu), Cesar Brod, realizou há dois anos um trabalho patrocinado pela Microsoft. Trata-se do portal Navegue Protegido, dirigido para jovens, pais e professores, com informações que garantem o a segurança das crianças em suas pesquisas, comunicação e diversão na Internet.

O portal é uma iniciativa da Ricky Martin Foundation e da Microsoft, com apoio da Fundação Ayrton Senna, Projeto Cidade Aprendiz, Abrinq.

Somos todos iguais

por Meire Brod em 18 de setembro de 2008. 1 comentário

Não se trata de afirmação de cunho comunista. Trata-se da máxima pela qual eu julgo que somos vistos pela sociedade capitalista. Eu explico melhor. Ontem mesmo caminhava com a Mariana pelas ruas cheias de lojas do centro de Lajeado e reclamávamos da chatice de sermos impelidas a consumir uma moda prontinha, feita para todos e usada por poucos (os que têm bom senso ainda conseguem escapar de sair de par de vaso). Nada me dá mais raiva do que ouvir da vendedora que o lilás é cor da moda e que, na próxima estação, o cor-de-rosa eternizado pela “mulher de Dior” voltará (?) com toda carga. Putz! Mas eu sou morena e quero um vestido vermelho! Como eu fico?

Fico pasma quando os caras me obrigam a usar uma coisa que eu não quero, mesmo que não seja no mundinho fashion. Quando isso se aplica à tecnologia, que sempre suponho estar anos-luz à frente da moda, então, saio do sério. Confesso que isso não é difícil…

Mas hoje fui tentada por um e-mail marketing da Saraiva a comprar por dez reais cada, vários livros. Lá fui eu selecionar os itens, botar no meu carrinho de compras e tals. Daí, tentava finalizar a compra e o raio do sistema dizia que a cidade selecionada não pertencia à UF. Ora, bolas! Eu sei que Lajeado fica no RS porque eu moro aqui, né? Tentei de novo pra ver se eu enganava o sistema, já que poderia ser apenas um bug, sei lá. Erro de novo! Como não desisto fácil, pedi ajuda aos universitários e chamei o help desk on-line. Eu era 54ª na fila de espera, pode? Pode! Bom, continuei trabalhando quando fui chamada pelo Denis Vilela, o atendente prestativo deles. Expliquei meu problema e o Denis veio com essa:

Senhora Meire, peço que a senhora faça essa alteração pelo navegador Internet Explorer, pois o Mozilla em alguma situações gera erros nos aplicativos do site.

E eu respondo: Desculpe Denis, mas então terei de desistir da compra porque eu não uso o sistema operacional Windows. Eu uso um Mac (uhu!).

Bom, depois de pedir meu cpf, confirmar meu e-mail e mais umas perguntas, ele me avisa que conseguiu alterar o sistema. Puxa! Será que isso acontece tão raramente? Será que a imensa maioria ainda usa IE (e aí eu desconheço a razão, porque simplesmente é muito ruim) que não vale a pena uma Saraiva da vida investir num portal cujo sistema seja compatível com vários outros sistemas operacionais? Ou será preciosismo nosso querer desenvolver projetos web que contemplem a todos?Está na hora de mudar isso definitivamente ou seremos obrigados a usar pra sempre o cor-de-rosa – ou a tela azul…

Dobro Comunicao Exponencial

Comunicação Exponencial é um coletivo de ideias feito pelo pessoal da agência Dobro e um grupo seleto de convidados, amigos e parceiros.

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