Music Philosophy
Interpretações tipográficas de letras de músicas consagradas em formato poster. Essa é a ideia por trás do site Music Philosophy, que permite que as pessoas baixem gratuitamente para usar em smartphones.



Interpretações tipográficas de letras de músicas consagradas em formato poster. Essa é a ideia por trás do site Music Philosophy, que permite que as pessoas baixem gratuitamente para usar em smartphones.



A ideia deste site é que as pessoas tirem uma foto, sobrepondo alguma outra do passado, recriando uma situação. Complicado na explicação, mas bem simples na execução.
Selecionei as que gostei mais da composição foto e legenda.
Dear Photograph, Can you tell him to turn around? I wanna see that cute little baby face again. Thanks, Nicole
Dear Photograph, Dad never took a picture of me, ever. Then I noticed his reflection in the glass. Happy Father’s Day, Dad. Anonymous
Dear Photograph, I drained 3’s all day! Janet
Dica do Nando.
O fotógrafo americano Christopher Boffoli clicou uma série, entitulada em seu site “Disparity”, na qual cria um universo extremamente simples e bem produzido. O resultado ficou ótimo.





Vi aqui.
Achei a ideia deste tumblr bastante original e engraçada. O idealizador é Teófilo Viana, formado em arte e mÃdia.



Vi aqui.
Uma noite dessas eu, zapeando os canais na TV, me deparei com três comerciais em seqüência e uma coisa em comum: o ator.
Pode até ser que passe despercebido para o grande público, mas agências, produtoras e clientes deveriam estar mais atentas a isso, até porque, quando resolvi pesquisar e fazer este post, não lembrava o nome dos produtos e marcas em si, mas do personagem, que na minha opinião, interpreta muito bem.
Pode até ser que um ou outro tenha saÃdo do ar e você me xingue nos comentários, mas aà vão os que achei e a meu ver, ainda estão frescos na memória das pessoas.
Concluindo, o que mais faz sucesso hoje em uma filmagem não é plano seqüência, nem 30 amigos cantando em uma garagem. É o Gutto Szuster.
O novo Renault Z.E. é um carro 100% elétrico, com 0% de emissão de gases.
Acho interessante assistir um comercial e enxergar a solução do problema sendo construÃda, de forma simples e clara.
Vi aqui.
A New Ark Mission of India é uma organização que resgata crianças de rua e pessoas de idade e as abriga para que vivam em comunidade, com condições dignas. Os meses de inverno são extremamente rigorosos por lá e 33,4% da população não tem sequer roupas para enfrentar o frio.
Por isso, a Ogilvy & Mather, de Bangalore, criou uma campanha no estilo coleção de moda, com o intuito de arrecadar 3.500 peças de roupa. Por fim, conseguiram mais de 6.000, além de contribuições em dinheiro.

Usar realidade aumentada em campanhas publicitárias já não é mais novidade. Às vezes até me incomoda quando a marca se apropria de tal tecnologia só para mostrar como ela está inserida no universo de tendências, mas não sabe o que fazer com isso.
Agora, quando o conceito da campanha casa com o contexto que a tecnologia permite criar e isso vai impactar as pessoas de uma maneira interessante e surpreendente, tem mais é que colocar a mão na massa e produzir.
Foi o que a Axe fez, na estação Victoria, em Londres, para a campanha “Até os anjos vão cair”.
Aled Lewis é um ilustrador inglês, formado em design gráfico na London Met, que insere em fotografias selecionadas de outras pessoas, personagens pixelizados da cultura do video-game.



Vi aqui.
A Mini enfileirou seus quatro modelos numa arena, desafiando um Monster Truck de 5 toneladas a saltar por cima.
Certo, a descrição pode não ser tão atrativa, mas aperta o play e depois me diz se um anzol te fisgou ou não no canto da boca?