Maximídia RS

Post atrasado, mas vamos lá, já que temos a desculpa do feriado.

Nos últimos dias 6, 7 e 8 de outubro participamos do Maximídia Sat RS, em Porto Alegre. Fomos eu e a Meire aqui da Dobro, além dos colegas Leo e Darlene, da Divina, e a amiga Elizete Kreutz, professora da Univates.

Além da grande presença lajeadense :), já mencionada pela Darlene no blog da Divina, o evento foi uma oportunidade de acompanhar as discussões sobre mídia, novas mídias, redes sociais e inovação sob os pontos de vista de São Paulo, de onde acompanhamos as palestras via satélite, e Porto Alegre, onde contamos com debates locais sobre os temas.

A diversão foi garantida pelas intervenções locais do Dado Schneider, que participou como debatedor oficial em um dos painéis, mas debateu em todos os outros também. E, como se não bastasse, fez bico de fotógrafo e registrou nossa presença no evento (reparem o dedo na frente da lente, representando o formato capilar do fotógrafo).

Rodrigo, Meire, Darlene, Leo, Elizete e Dado no primeiro plano

Rodrigo, Meire, Darlene, Leo, Elizete e Dado no primeiro plano

No geral, a impressão final sobre os debates é de que, mais do que nunca, estamos longe de chegar a alguma conclusão sobre o formato do nosso mercado. Das lamúrias sobre remuneração feitas pelo Maxi Anselmo, da elogiada hotshop argentina Santo, ao otimismo contagiante de Stephen Kanitz, sobre um Brasil que tem tudo pra se tornar a “Curitiba do mundo”, tivemos a DM9 de Sérgio Valente em defesa do modelo brasileiro de publicidade (e de um certo status quo, talvez), o Duda Melzer fazendo bonito em SP, falando de regionalização com os cases do GrupoRBS, além de tendências e previsões já previstas anteriormente, apresentadas pelo Francesco Morace, do Future Concept Lab.

Enfim. Muito do novo já é velho. E isso só tende a piorar. Ou melhorar, se você aprecia um ponto de vista mais inquieto, como a gente aqui.

Em tempo. Agradecimentos ao @leocamargo pelas fotos e pela cobertura em tempo real do evento. Valeu!