Vamos esquadrinhar o bóson de Higgs!
A gente nem sempre percebe, mas estamos nos aproximando um pouco mais daquele estereótipo de futuro que os filmes de aventura, ficção científica e desenhos animados dos anos 70 e 80 previam. Já andamos com os telecomunicadores do Capitão Kirk no bolso, temos eletrodomésticos dos Jetsons vendidos pelo ShopTime e podemos espionar outras pessoas, por um preço módico, com micro-câmeras que temos acopladas justamente aos tais telecomunicadores.
Na última segunda-feira vi no BlueBus uma notinha falando do foguete que o Google lançou, para fornecer mais imagens via satélite para o Google Maps e o Google Earth. A notícia mais recente é que hoje, com divulgação em vários meios de comunicação, vai começar a funcionar o maior acelerador de partículas da história, com envolvimento de mais de 5.000 físicos e engenheiros e participação de vários países europeus, Rússia, Estados Unidos, Índia e Japão. Tirando o blá, blá, blá de lado, que você vai poder ver nos vários infográficos com que vai se deparar durante o dia, o negócio todo pretende desvendar os segredos do surgimento do universo, o que tem nos buracos negros, o sentido da vida e amenidades do tipo :-).
Eu, como bom físico quântico de boteco, entendi quase a metade do assunto e achei tão legal a legenda do Correio do Povo de hoje sobre uma foto do acelerador, que usei como inspiração para o título do post. Além disso, fico torcendo, confiante, para que logo a gente possa comprar pelo ShopTime nossas unidades pessoais do tão sonhado teletransporte, para poder nos esquadrinhar pelo planeta em segundos.
Com coordenadas do Google Earth, é claro.

Atualizado às 15h19:
Eu fazendo relações absurdas entre o Google e o acelerador de partículas, e olha só o logo da página do Google hoje à tarde:






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O boson de Higgs é apenas uma idiotice inventada pela mente idiota do Peter Higgs. A partícula teórica(genericamente falando) realmente importante e possivelmente existente a ser “observada” é “o” táquion. Essa(s) eu quero ver eles acharem. Só de desenvolver um “conceito instrumental” para demonstrar ou “observar” táquions em interação com tudo que “vemos”, o homem alcançará grimpas inacreditáveis no conhecimento da física. Afinal, como disse Sudarshan, se os táquions existem é preciso encontrá-los; se não existem é preciso explicar porque.
deveriam gastar muito dinheiro com pesquisas para a cura do cancer e outras mazelas mil…